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Sinop divulga gabarito preliminar do processo seletivo de juiz(a) leigo(a)

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Está disponível o gabarito preliminar da prova do processo seletivo para credenciamento de juiz(a) leigo(a) da Comarca de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá). O documento disponibilizado no Edital n 2/2023-DF, foi assinado pelo juiz diretor do Foro, Cleber Luís Zeferino de Paula e disponibilizado no anexo no Diário da Justiça Eletrônico (DJE-MT) edição 11398 de 06/02/2023.
 
A prova objetiva foi realizada domingo (05/02/2023), conforme Edital n 5/2022-DF, que estabelece as regras do certame. O regramento estipula que recursos em relação ao gabarito provisório serão admitidos no prazo de dois dias úteis, a contar da publicação no Edital N. 07/2022 no DJE.
 
Os recursos serão analisados e decididos pela Comissão de Apoio ao Processo Seletivo e deverão ser interpostos somente por meio do endereço eletrônico pav.tjmt.jus.br – gerar protocolo – comarca Sinop.
 
Conforme descrito no edital, não serão conhecidos os recursos sem a identificação da questão e fundamentação clara, objetiva e consistente.
 
Ainda de acordo com o edital, se do exame de recursos contra o gabarito da prova resultar anulação de questão, a pontuação correspondente será atribuída a todos os candidatos, independentemente de terem recorrido.
 
 
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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