MATO GROSSO
TCE-MT aponta falhas na segurança do transporte escolar de Sinop
MATO GROSSO
| Crédito: Equipe Técnica |
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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) determinou que a Prefeitura de Sinop adote medidas para corrigir uma série de irregularidades nos ônibus que fazem o transporte escolar do município. Dos 32 veículos fiscalizados durante a Operação Ordenada Transporte Escolar Seguro, 15 não contavam com cintos de segurança em todos os assentos, por exemplo.
Com foco na segurança dos alunos, a fiscalização ordenada realizada pelo TCE-MT abrangeu outros 11 municípios e considerou a adequação dos veículos e dos condutores. No caso de Sinop, o processo foi relatado pelo conselheiro Valter Albano e mostrou ainda que a idade de circulação da frota está acima da recomendada e que parte dos veículos têm problemas no sistema de iluminação, dentre outras falhas.
| Crédito: Equipe Técnica |
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De acordo com o relatório, em 15 ônibus os cintos não estavam em condições de uso para todos os passageiros. Além disso, 22 veículos apresentaram extintores de incêndio em desacordo com a legislação, que traz, dentre outras exigências, a carga de pó químico ABC, prazo de validade, pressão adequada e selo do Inmetro. Em oito não havia conformidade e em outros dois o equipamento sequer existia.
Embora o Guia do Transporte Escolar do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) determine que os veículos tenham até sete anos de uso, a vistoria encontrou ônibus muito mais antigos: 31 foram fabricados entre 2008 e 2016 e apenas um é de 2021. Também foi identificado que 16 não tinham o selo de inspeção semestral do Detran, enquanto outros oito estavam sem a documentação de 2024.
| Crédito: Equipe Técnica |
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Em dois ônibus também foi apontada a ausência de certificação de aferição do cronotacógrafo, equipamento que registra velocidade, tempo de uso e distância percorrida pelos veículos. A equipe técnica também apontou problemas em faróis, luzes de direção, freio, ré ou lanternas superiores e chamou a atenção para as más condições de conservação, como bancos rasgados, vidros trincados e ferrugem.
“Um pequeno trinco no para-brisas, por exemplo, mesmo que não impeça a visão do condutor, pode colocá-lo em risco e, em consequência, os demais ocupantes do veículo. Na mesma toada, bancos rasgados, danos nos pneus e avarias na carenagem ou no interior dos veículos também podem ocasionar acidentes e danos aos usuários do serviço”, diz trecho do relatório.
| Crédito: Equipe Técnica |
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No caso dos condutores, apesar de todos possuírem habilitação na categoria exigida, quatro não tinham curso de especialização obrigatório para a atividade. “O Código Brasileiro de Trânsito estabelece que para conduzir veículo de transporte escolar, é necessário ser aprovado em curso especializado e em curso de treinamento de prática veicular em situação de risco”, reforça o relatório.
Em sua defesa, a Prefeitura de Sinop informou que, devido ao aumento da demanda, precisou ampliar a frota com empresas terceirizadas. Alegou ainda que as irregularidades na frota própria já foram sanadas e que as terceirizadas foram notificadas para realizar as adequações.
O relator do processo, porém, destacou que os esclarecimentos apresentados não comprovaram a correção das falhas. Por isso, determinou que a gestão adote as medidas necessárias e informe ao Tribunal as providências tomadas, sob pena de instauração de procedimento fiscalizatório. Seu posicionamento foi seguido por unanimidade dos conselheiros, em sessão do Plenário Virtual da semana de 4 de agosto.
Transporte Escolar Seguro
| Crédito: Equipe Técnica |
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A Operação Transporte Escolar Seguro foi realizada no primeiro semestre pelas Secretarias de Controle Externo (Secex), sob coordenação da Secretaria Geral de Controle Externo (Segecex). Além de Sinop, a fiscalização ocorreu em Cáceres, Chapada dos Guimarães, Comodoro, Confresa, Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Pedra Preta, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste e Santo Antônio de Leverger.
Os municípios foram escolhidos a partir de denúncias, representações internas e externas recebidas desde 2022, além dos resultados da Auditoria de Conformidade sobre o Transporte Escolar, realizada em 2020.
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561
Fonte: TCE MT – MT
MATO GROSSO
Companhia Raio prende duas mulheres com 30 tabletes de maconha em Confresa
Militares da Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio) do 10º Comando Regional prenderam duas mulheres, de 20 e 33 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (15.4), em Confresa. Na ação, foram apreendidos 30 tabletes de maconha e supermaconha (skank), além de porções da mesma droga e de cocaína.
A equipe do Raio realizava trabalho de motopatrulhamento e recebeu denúncias da população sobre um suposto ponto de venda de drogas na cidade. Diante das informações recebidas, os policiais foram ao endereço e encontraram uma mulher, que demonstrou nervosismo ao ver os militares e correu para dentro da casa.
Diante da suspeita, os policiais fizeram acompanhamento e conseguiram deter a suspeita, no interior da residência. No local, a equipe do Raio sentiu forte odor característico de entorpecente e localizou seis tabletes de maconha, além de 20 porções da mesma droga e 11 porções de cocaína.
Com o flagrante, a mulher recebeu voz de prisão e foi conduzida até a delegacia de Confresa, com todo o material apreendido. Na unidade policial, a suspeita revelou conhecer outro endereço que seria ponto de armazenamento de drogas de uma facção criminosa.
No segundo endereço, os policiais encontraram um homem, que fugiu da abordagem. Ao chegarem na casa, uma mulher se identificou como esposa do suspeito e afirmou saber da existência das drogas na casa, permitindo a busca da PM.
Na ação, foram encontrados mais 18 tabletes de maconha e seis tabletes de supermaconha (skank), além de materiais utilizados para o tráfico de drogas.
A suspeita encontrada também recebeu voz de prisão e foi encaminhada para delegacia, para continuidade do registro da ocorrência. Em seguida, as duas mulheres detidas ficaram sob responsabilidade da Polícia Judiciária Civil para demais providências cabíveis.
Fonte: Governo MT – MT
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