MATO GROSSO
Treinamento do Programa Nacional de Transparência conta com mais de 400 participantes
MATO GROSSO
| Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT |
![]() |
| Em 2025, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) realiza o quarto ciclo do Programa. Clique aqui para ampliar. |
Com a participação de mais de 400 controladores internos e responsáveis pela administração dos portais transparência dos Poderes, órgãos e entidades de toda a administração pública estadual e municipal de Mato Grosso, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) realizou, na manhã desta quinta-feira (10), o treinamento online do quarto ciclo do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP).
Na ocasião, o coordenador nacional do PNTP e ouvidor-geral do TCE-MT, conselheiro Antonio Joaquim, destacou que o principal objetivo do Programa é ser um grande fornecedor de informações úteis, concretas, para que o cidadão possa efetivamente exercer o controle social.
“Digo, com convicção, que vocês fazem parte de um projeto que considero uma contribuição fenomenal para a democracia brasileira. Vocês estão contribuindo para melhorar a qualidade da nossa República, proporcionando uma ferramenta para que as pessoas possam conhecer e participar da gestão pública, porque o problema do Brasil é o distanciamento da população em relação ao Poder Público”, salientou o conselheiro.
Antonio Joaquim também falou sobre o surgimento e a evolução do PNTP ao longo dos quatro ciclos. “Esse projeto nasceu em 2022, quando relatei uma auditoria sobre a situação da Lei de Acesso à Informação em Mato Grosso. Infelizmente, constatamos que nem 30% das 288 instituições do estado estava executando de forma satisfatória a lei. Então, sugeri ao presidente da Atricon que fizéssemos um programa nacional, pois era preciso que os tribunais fizessem um processo pedagógico de orientação e estímulo para que a lei fosse executada, não adiantaria penalizar todos que não estavam cumprindo o que já era uma obrigação.”
| Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT |
![]() |
| Coordenador nacional do PNTP e ouvidor-geral do TCE-MT, conselheiro Antonio Joaquim. |
Dessa forma, continuou o conselheiro, foi dado início ao Programa, já com a participação de 33 tribunais de contas, mais o Tribunal de Contas da União, e a avaliação de 8.045 mil instituições em todo país. “Nos surpreendemos com o resultado e comprometimento de todos e, em 2023, já viemos num processo de consolidação institucional maior. Em 2024, somente em Mato Grosso, tivemos um aumento de 53% no número de portais de órgãos públicos que alcançaram nível de qualidade superior a 75% dos critérios de avaliação. Hoje, o Radar Transparência, onde fica o produto final do PNTP, está dando uma contribuição fantástica a democracia brasileira.”
O secretário-executivo do PNTP, Volmar Bucco Júnior, também ressaltou o crescimento do Programa e agradeceu a parceria, especialmente, dos controladores internos. “O Programa cresce a cada ano, se aprimora, tanto em participação como na qualidade das informações e nós, de Mato Grosso, somos referência nesse assunto, toda a base tecnológica do PNTP está aqui, temos que fazer a lição de casa e estamos fazendo.”
No treinamento, os controladores internos e responsáveis pelos portais transparência foram instruídos sobre os requisitos e procedimentos de autoavaliação. No caso dos Poderes Executivos Estadual e Municipais, os 124 critérios se desdobram em até 258 itens de verificação. O assessor de gabinete de conselheiro do TCE-MT William Júnior também explicou o funcionamento do Sistema Avalia.
PNTP
| Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT |
![]() |
| Secretário-executivo do PNTP, Volmar Bucco Júnior. |
O PNTP é liderado pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), pelo Tribunais de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com o apoio do Instituto Rui Barbosa (IRB), da Associação Brasileira de Tribunais de Contas de Municípios (Abracom), do Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC) e do Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci).
O Programa possui metodologia padronizada nacionalmente e conta com três etapas: autoavaliação, de responsabilidade da própria unidade gestora; validação dos portais que alcançarem níveis de qualidade certificáveis, de responsabilidade dos tribunais de contas (acima de 75% dos 124 critérios); divulgação dos resultados pelo Radar de Transparência Pública, de responsabilidade da Atricon.
Em Mato Grosso, em 2024, das 288 unidades gestoras avaliadas, 69 foram certificadas com os selos de qualidade Diamante, Ouro e Prata.
Clique aqui e assista o treinamento na íntegra.
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Fonte: TCE MT – MT
MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais neste domingo (11)
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste domingo (11.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Juruena, Santa Terezinha e Rosário Oeste.
Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.
As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.
Focos de calor
Em Mato Grosso, foram registrados 34 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 30 focos foram registrados na Amazônia e quatro focos no Cerrado.
Em Terras Indígenas, foi identificado um foco de calor na Terra Indígena Aripuanã, em Aripuanã.
É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.
Fiscalização – Operação Infravermelho
O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.
Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.
Incêndios extintos
Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.
Proibição do uso do fogo
O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.
O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).
Fonte: Governo MT – MT
-
Gourmet3 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet3 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet3 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet3 anos atrás
Salpicão
-
Gourmet3 anos atrás
Moqueca capixaba
-
Gourmet2 anos atrás
Beijinho
-
Gourmet2 anos atrás
Nevada
-
MATO GROSSO2 anos atrás
Polícia Civil esclarece furto de motocicleta com prisão e apreensão de autores em Ribeirão Cascalheira






