CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Vara de Falência adota teletrabalho até sexta devido à reestruturação das redes do Fórum da Capital

Publicados

MATO GROSSO

Devido à reestruturação lógica das redes do Fórum da Capital, a Primeira Vara Cível Especializada em Falência e Recuperação da Comarca de Cuiabá adotará o regime de teletrabalho de 8 a 10 de março (de quarta a sexta-feira).

 
A decisão foi tomada pela juíza Anglizey Solivan de Oliveira e consta na  Portaria 001/2023. A magistrada levou em consideração a impossibilidade dos servidores(as) e colaboradores(as) da unidade acessarem os sistemas eletrônicos do Poder Judiciário, devido à necessidade de desligamento dos pontos de rede da Secretaria, Gabinete e Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania Virtual Empresarial (Cejusc Empresarial) para a migração dos pontos de telecomunicação.
 
A juíza informou que a suspensão do atendimento presencial no período não afetará a contagem dos prazos processuais e que o teletrabalho não prejudicará a comunicação das partes. Os(as) advogados(as), membros do Ministério Público e demais interessados(as) podem fazer contato pelos e-mails e telefones disponibilizados:
 
Secretaria: [email protected], (065) – 3648-6307
Gabinete: [email protected], (065) – 3648-6467
Cejusc Empresarial: [email protected].
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

 

Leia Também:  Encontro "Política Florestal e Agronegócio" está com inscrições abertas

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

Propaganda

MATO GROSSO

MPMT fortalece defesa dos direitos da população LGBTQIAPN+

Publicados

em

Garantir o respeito à diversidade e combater todas as formas de discriminação estão entre as atribuições do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). No dia 28 de junho, quando é celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, a instituição reforça seu compromisso com a defesa dessa população, atuando para assegurar direitos fundamentais previstos na Constituição Federal, promover a cidadania, fiscalizar políticas públicas de inclusão e responsabilizar autores de práticas discriminatórias.A proteção desses direitos tem fundamento na Constituição Federal, que assegura a igualdade, a liberdade e a dignidade de todas as pessoas, sem distinção de qualquer natureza. Nos últimos anos, importantes avanços foram consolidados no campo da proteção à população LGBTQIAPN+, entre eles o reconhecimento da união estável e do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a possibilidade de alteração de nome e gênero no registro civil sem necessidade de cirurgia, a equiparação da homofobia e da transfobia ao crime de racismo e o fortalecimento das garantias de igualdade, inclusão e respeito à identidade de gênero em diferentes espaços sociais.Além disso, práticas como recusar atendimento, humilhar, constranger, excluir ou agredir alguém em razão da orientação sexual ou da identidade de gênero são passíveis de responsabilização. Nesse contexto, o Ministério Público atua tanto na repressão quanto na prevenção de violações de direitos. A instituição recebe e apura denúncias de discriminação e violência, acompanha e fiscaliza a implementação de políticas públicas voltadas à inclusão social, promove a defesa dos direitos fundamentais e desenvolve ações educativas para conscientizar a população sobre a importância do respeito à diversidade e do combate à intolerância.As violações podem ocorrer em diferentes espaços da convivência social. Casos de discriminação são registrados em escolas e universidades, unidades de saúde, repartições públicas, ambientes de trabalho, estabelecimentos comerciais, espaços religiosos e também nas plataformas digitais. Em todas essas situações, o Ministério Público pode atuar para apurar os fatos, acolher e orientar as vítimas, promover a responsabilização dos envolvidos e adotar medidas destinadas à prevenção de novas violações.O MPMT reforça que vítimas e testemunhas de discriminação ou violência não devem permanecer em silêncio. A denúncia é uma ferramenta fundamental para a proteção de direitos e para o enfrentamento de práticas discriminatórias. Em situações de urgência, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190. Para registrar denúncias, a população pode procurar a Ouvidoria do Ministério Público pelo telefone 127, pelos números de WhatsApp (65) 99271-0792 e (65) 99255-4681, ou ainda buscar a Promotoria de Justiça mais próxima.

Leia Também:  Mais de 2,9 mil vagas de emprego são ofertadas pelo Sine estadual nesta semana

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA