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‘Verde Novo’ celebra Dia Internacional do Cooperativismo com plantio de 800 mudas em Cuiabá

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Para celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo, o projeto Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, junto a Cooperativa de Crédito- Unicred MT, realizaram sábado, 01 de julho, o plantio de mais de 800 mudas de árvores na MT-251, em Cuiabá.
 
Plantadas na saída para Chapada dos Guimarães, o local será mais um cartão postal da Capital. A ação faz parte do Dia C, Dia de Cooperar, celebrado mundialmente, e em 2023, tem o tema central ‘Cooperativas pelo desenvolvimento sustentável’. “Hoje é o Dia Internacional do Cooperativismo. A data é amplamente difundida em vários locais do mundo. Precisamos reforçar que sem o meio ambiente não poderemos viver, por isso precisamos desse equilíbrio, pois cuidar do meio ambiente é cuidar de pessoas”, pontuou o presidente do Sistema OCB-MT (Organização das Cooperativas Brasileiras), Onofre Cesário de Souza Filho.
 
“É um prazer, um orgulho para Unicred fazer parte deste projeto, que visa trazer esse título de cidade verde para Cuiabá, e casa com um dos princípios do cooperativismo que é exatamente olhar para comunidade e deixar um legado para as gerações, incentivando práticas de voluntariado, confirmando o compromisso do cooperativismo com a construção de um mundo mais justo”, enalteceu o presidente do Unicred, Ronivaldo Fonseca Lemos.
 
A equipe do Juvam apresentou o projeto aos colaboradores, membros da diretoria e comunidade que fizeram o plantio, pontuando os benefícios da arborização urbana para a qualidade de vida da população.
 
Conforme o assessor do Juizado Volante Ambiental de Cuiabá, Sérgio Savioli Resende, “a ação começa na parte central, no trecho entre o Supermercado Atacadão e a Fundação Bradesco com essa parceria importante e se estende pelos parceiros durante a semana. E a gente espera que além da conscientização ambiental, além da preocupação que as pessoas têm que ter com os benefícios produzidos pelas árvores, que isso aqui se torne um novo cartão postal da cidade”, assinalou.
Qualquer cidadão que queira colaborar com a arborização urbana de Cuiabá pode participar, por isso o Projeto Verde Novo também realiza a distribuição de mudas nativas e frutíferas. “Eu estava passando aqui pelo local e vi essa movimentação, já parei para pegar e garanti duas mudas de árvores que ganhei do Juvam. E vai ficar muito linda essa ação. E se todos nós conscientizássemos em plantar uma mudinha no quintal, na chácara, na rua. Agora começa o tempo seco e se a gente tiver um pouco mais de consciência, evitar as queimadas a gente muda esse país e nossa cidade”, avaliou a moradora do bairro Alvorada, professora Eliene Machado.
 
A engenheira florestal do projeto Verde Novo, Rosinani Carnaíba, explicou que durante o período de estiagem, de julho a novembro, a cooperativa Unicred irá fazer a manutenção das mudas e a irrigação do solo na região, enquanto não chove.
 
Presente no evento, o responsável pela arborização da Capital, Abel Nascimento destaca a participação dos parceiros. “Louvo essa iniciativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, do Juvam, todas as instituições envolvidas nesse processo e da comunidade, porque isso significa mudança de comportamento e de hábitos. Precisamos recuperar o meio ambiente e hoje já são quase 200 mil árvores plantadas pelo projeto de 2017 para cá, para que a cidade possa esverdearse novamente”, concluiu.
 
Verde Novo – É um projeto do Poder Judiciário de Mato Grosso, coordenado pelo Juizado Especial Volante Ambiental de Cuiabá (Juvam) e conta com apoio de diversos parceiros.
 
#paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem 1: foto na horizontal, equipe do Juvam durante apresentação do projeto e benefícios da arborização urbana aos colaboradores do Unicred. Imagem 2: foto horizontal, colaboradores da cooperativa plantando muda de árvore. Imagem 3: foto horizontal, presidente Unicred concedendo entrevista. Imagem 4: equipe do Juvam e colaboradores e diretores da Unicred posam para uma foto.
 
 
 
Eli Cristina Azevedo
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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