MATO GROSSO
Visitantes são detidas com materiais ilícitos em unidades prisionais de MT
MATO GROSSO
Cinco visitantes foram flagradas, neste último domingo (21.12) tentando levar materiais ilícitos, entre eles entorpecentes, para dentro de unidades prisionais do estado. As ocorrências foram registradas em Cuiabá e Rondonópolis.
Na Penitenciária Major PM Eldo de Sá Correia, em Rondonópolis, policiais penais femininas flagraram uma visitante tentando entrar com identidade falsa.
Outras duas visitantes estavam com materiais ilícitos, que foram detectados após revista eletrônica com escâner corporal. Com elas, foram apreendidos uma massa de epóxi, papel de seda e uma carcaça para reparo de celular.
As três visitantes foram autuadas e, consequentemente, tiveram o cadastro de visitantes da penitenciária suspenso.
Ainda em Rondonópolis, na cadeia feminina, outro visitante foi flagrado tentando entrar com entorpecente amarrado ao corpo. Policiais da unidade também apreenderam um drone que sobrevoava a cadeia levando acessórios eletrônicos.
Penitenciária Central
Na unidade prisional masculina de Cuiabá, policiais penais flagraram uma mulher de 25 anos que trazia no corpo um pacote com 324 gramas de substância análoga à maconha. A droga foi detectada após a inspeção pelo escâner corporal e , voluntariamente, a visitante retirou o pacote, na presença de policiais femininas. Em seguida, a mulher foi conduzida à Central de Flagrantes da Polícia Civil.
Com supervisão da jornalista Raquel Teixeira*
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]


