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Workshop orienta sobre DFT, importante instrumento de gestão para Justiça Eleitoral

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) iniciou, nesta terça-feira (19.08), o Workshop DFT (Dimensionamento da Força de Trabalho), aos servidores e servidoras. O principal objetivo é promover o nivelamento do conhecimento deste processo que, a partir de 2019, passou a ser desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O DFT é um indicador de resultado utilizado como instrumento de gestão, considerado um índice muito importante na tomada de decisões do Tribunal. 

 

O evento visa, ainda, transmitir orientações e fomentar o processo de implementação, além de sensibilizar gestores, gestoras, servidores e servidoras quanto à importância do DFT no âmbito da Justiça Eleitoral. 

 

A capacitação será realizada até esta quinta-feira (21.08), em etapas, divididas por setores do Tribunal. Neste primeiro dia, participaram chefes de seção, coordenadores, assessores e secretários das seguintes estruturas: Secretaria Judiciária, Presidência, Secretaria de Administração e Orçamento, Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), Diretoria Geral e Coordenadoria de Auditoria Interna.  

 

Já na quarta-feira (20.08), participarão representantes da Secretaria de Gestão de Pessoas, Secretaria de Tecnologia da Informação, Corregedoria Regional Eleitoral, Assessoria de Comunicação, Assessoria de Exames de Contas Eleitorais e Partidárias, Escola Judiciária Eleitoral e Ouvidoria Eleitoral.  Concluindo o Workshop, na quinta-feira (21.08) será a vez de chefes de Cartório de Cuiabá e Várzea Grande, com a participação presencial de seis servidores(as) e chefes de Cartório do interior do estado, com a presença de 51 pessoas de forma virtual. 

 

O secretário de Gestão de Pessoas, Gilvan Rodrigues de Oliveira, ressaltou que o DFT é realizado desde 2016, tendo o TRE-MT como um dos pioneiros, mas que o processo passou a ser uniformizado a partir do momento que o TSE assumiu o projeto. “O projeto piloto foi dentro da SGP e, depois, a partir de 2019, o TSE decidiu encabeçar o DFT, porque poucos tribunais tinham iniciado. O TRE de Mato Grosso foi um dos pioneiros, mas hoje é um processo de trabalho que todos têm que fazer, faz parte da nossa rotina. Então, é fundamental esclarecer alguns pontos, melhorar a comunicação, e fazer uma sensibilização para entender que o DFT é um importante instrumento estratégico para a tomada de decisões”, ressaltou.  

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Ele também destacou que a eficiência é um dos princípios da administração pública, instituído pelo Artigo 37 da Constituição Federal. “Temos que trabalhar com eficiência, e agora, a partir da Lei n° 14.133, que também menciona a eficácia, ou seja, fazer mais e melhor com menos recursos financeiros. Nós precisamos racionalizar tudo que a gente faz, entender de fato onde estão os gargalos, o que a gente precisa melhorar. E o DFT serve para isso também, para a gente compreender, para a alocação de pessoal, entender o que cada um faz, como que eu posso estrategicamente alocar essas pessoas, inclusive um instrumento para poder solicitar, de repente, criação de novos cargos”, acrescentou o secretário. 

 

A capacitação é ministrada por três servidores(as) do TRE de São Paulo. São eles: Maria Susana Aneiros Gene, Antonio Pandini Neto e Rosane Cristina da Silva. Além do conteúdo teórico, são realizadas dinâmicas práticas, para melhor compreensão.  

 

Rosane Cristina da Silva explicou que ainda há algumas resistências e até falta de conhecimento do DFT, a forma como ele deve ser aplicado e a finalidade da aplicação. “Por isso, nosso trabalho é não só apresentar a forma de gestão do DFT, porque a parte técnica as pessoas até já conhecem um pouco, mas mostrar realmente a importância do DFT como instrumento de gestão, a importância para o Tribunal, para toda a Justiça Eleitoral. Fazemos a apresentação teórica e colocamos um pouco de dinâmica para as pessoas interagirem, para elas realmente participarem e vivenciarem experiências. Assim, acreditamos que elas conseguem internalizar melhor os conceitos que nós estamos passando. Além de mostrar um pouco da nossa experiência, do que a gente faz em São Paulo, esta é uma oportunidade de conhecermos também a experiência de Mato Grosso e contribuir de alguma forma para que o DFT seja usado de forma correta e que seja realmente um instrumento poderoso de gestão e de transformação”. 

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Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra um auditório com cadeiras vermelhas, onde um grupo de pessoas assiste a uma apresentação. Na frente, um homem escreve em um quadro branco enquanto outro fala ao microfone, e uma mulher observa de perto. O ambiente sugere a realização de uma capacitação, reunião ou atividade de treinamento, com participação ativa do público presente. 

Fonte: TRE – MT

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Servidores participam de treinamento de brigada no MPMT

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Com o objetivo de fortalecer a segurança institucional e preparar servidores para atuar em situações de emergência, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NQVT), promove a segunda edição do Curso de Formação de Brigada de Incêndio. A capacitação atende às exigências da Norma Técnica nº 34/2020 do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso e da Norma Regulamentadora nº 23 (NR-23), voltadas à prevenção e ao combate a incêndios.O curso é realizado em duas turmas, com até 20 participantes cada, totalizando 40 vagas, e possui carga horária de 24 horas distribuídas ao longo de três dias. A formação contempla atividades teóricas e práticas sobre combate a incêndio, primeiros socorros e conteúdos complementares relacionados à prevenção de riscos e resposta a emergências.Responsável pela instrução, o subtenente do Corpo de Bombeiros João Paulo Gonçalves ressaltou que a capacitação segue uma grade curricular voltada à atuação inicial em situações críticas. “Estamos trabalhando conteúdos de primeiros socorros básicos, noções de combate a incêndio e também planos de evacuação. Os participantes aprendem a identificar e prestar o atendimento inicial em situações como acidentes e até um infarto agudo do miocárdio, utilizando técnicas de primeiros socorros e reanimação cardiopulmonar”, explicou.A arquiteta e engenheira de segurança do trabalho do Núcleo Vida Plena, Ariadna Campos, destacou o caráter prático da formação. “O interessante do curso é que, logo após a explicação teórica, temos a demonstração dos procedimentos com os participantes e o instrutor. Isso facilita a compreensão e contribui para que eles desenvolvam mais segurança para atuar diante de uma emergência”, afirmou.A formação da brigada é considerada fundamental para a segurança dos ocupantes da edificação e para o atendimento das exigências legais relacionadas à obtenção e manutenção do Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros. Os servidores que concluírem a capacitação passarão a integrar a Brigada de Incêndio da unidade pelo período de um ano, atuando em ações preventivas e na resposta inicial a ocorrências de emergência.O conteúdo programático prevê 12 horas de aulas teóricas e 12 horas de atividades práticas, abrangendo combate a incêndio, primeiros socorros e conteúdos complementares, proporcionando uma formação completa para atuação em situações que exijam agilidade, preparo técnico e compromisso com a preservação da vida.A Lei Estadual nº 12.149/2023 estabelece o regime jurídico estadual de segurança contra incêndio e pânico e inclui expressamente a brigada de incêndio entre as medidas de segurança contra incêndio e pânico. A própria lei determina que essas medidas observem as normas técnicas editadas ou adotadas pelo CBMMT.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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