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Zona Eleitoral de Pedra Preta amplia horário de atendimento do cartório

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Até o dia 12 de dezembro, o Cartório da 45ª Zona Eleitoral, com sede em Pedra Preta (município distante 242 km de Cuiabá), funcionará em horário estendido, até as 17h, de segunda a sexta-feira. A iniciativa busca reforçar as ações da campanha “Biometria 100%”, coordenada pela Corregedoria Regional Eleitoral de Mato Grosso (CRE-MT), que tem como meta alcançar 98%, no mínimo, de cobertura biométrica no Estado em 2025. O cartório eleitoral atendia regularmente no horário convencional, das 7h30 às 13h30. 

O pedido de ampliação do horário foi feito pelo juiz eleitoral Márcio Rogério Martins, da 45ª Zona Eleitoral, à desembargadora Serly Marcondes Alves, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), que por sua vez prontamente atendeu o pedido de funcionamento do cartório em horário ampliado, em caráter excepcional. 

O juiz Márcio Rogério Martins fundamentou o seu pedido nos 96,16% de coleta biométrica no município, portanto, bem próximo da meta da campanha. Em Pedra Preta, faltam 546 eleitores (3,87%) para universalizar a biometria, contra 13.570 eleitores e eleitoras que já tiveram a coleta realizada. No município, são 14.116 pessoas aptas a votar, segundo o monitoramento da evolução no cadastramento biométrico no Estado. 

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Para ser atendido, basta apresentar um documento oficial com foto, físico ou digital. No mutirão, o eleitor ou a eleitora sai com o título em mãos e recebe orientação para baixar o título digital (com foto) por meio do aplicativo e-Título. Em casos de transferência ou mudança de domicílio, é necessário apresentar um comprovante de endereço. Qualquer eleitor ou eleitora pode ser atendido em mutirões ou ações da Justiça Eleitoral em qualquer parte de Mato Grosso — não é necessário votar no local ou residir na cidade onde a ação é realizada. 

O Cartório Eleitoral está localizado na Avenida Presidente Médici, nº 1.113, Térreo, Centro. Os telefones de contato são (66) 99203-3888 (WhatsApp) e (66) 3199-0792. Fax: (66) 3199-0791.

Crédito da Imagem: Junio Oliveira | 45ª ZE 

Jornalista: Anderson Pinho 

#PraTodosVerem – Imagem da fachada do prédio que abriga um Cartório Eleitoral, com a identificação proeminente em letras maiúsculas em relevo. A parte superior da fachada é bege, indicando “CARTÓRIO DA ZONA ELEITORAL”. O andar térreo é composto por grandes portas de vidro preto, onde está impresso o brasão da República e o texto: “Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso 45ª Zona Eleitoral Municípios: Alto Garças – Pedra Preta”. As portas estão fechadas e há avisos afixados no vidro. 

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Fonte: TRE – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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