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Município de SC pode receber título de Capital Nacional da Maior Onda

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As ondas gigantes da Laje da Jagua poderão garantir a Jaguaruna (SC) o título de Capital Nacional da Maior Onda do Brasil. O projeto foi aprovado nesta quarta-feira (10) pela Comissão de Esporte (CEsp) do Senado e segue para sanção presidencial, caso não haja recurso para votação em Plenário.

O Projeto de Lei (PL) 1.960/2022, da ex-deputada federal Angela Amin (SC), recebeu parecer favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC). A iniciativa concede a homenagem em reconhecimento à relevância esportiva e turística da Laje da Jagua, formação rochosa situada a 5,3 quilômetros da costa catarinense e considerada o principal pico de ondas gigantes do país. Foi no local que o surfista Lucas Chumbo estabeleceu, em 2025, o recorde da maior onda já surfada no Brasil, com 14,82 metros.

Segundo o relator, o fenômeno consolidou Jaguaruna como a “Nazaré Brasileira”, em referência à praia de Nazaré, em Portugal, conhecida mundialmente pelo surfe de ondas gigantes. Para Amin, o reconhecimento destaca a importância do município para a modalidade, o turismo de aventura e a pesquisa científica sobre ondas de alta energia.

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O senador também ressalta que a medida pode estimular a geração de emprego e renda, além de atrair investimentos em infraestrutura para a cidade, que já recebe atletas e produtores audiovisuais. Na avaliação dele, a iniciativa valoriza “um patrimônio natural e esportivo que é motivo de orgulho para os brasileiros e catarinenses”.

Lurya Rocha, sob supervisão de Dante Accioly.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLITÍCA NACIONAL

Davi cancela sessão do Congresso por falta de acordo sobre vetos

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O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, cancelou a sessão deliberativa do Congresso prevista para esta quinta-feira (9). Segundo ele, não houve acordo entre as lideranças partidárias sobre a votação de vetos presidenciais que estavam na pauta.

Ao anunciar a decisão em Plenário nesta quarta-feira (8), Alcolumbre informou que a sessão apreciaria, em princípio, seis projetos de lei do Congresso Nacional (PLNs), aprovados pela Comissão Mista de Orçamento (CMO), além de vetos presidenciais cuja votação havia sido adiada desde 18 de junho.

O presidente afirmou que, apesar das negociações conduzidas nos últimos dias entre o governo e as lideranças partidárias, não foi possível construir consenso, principalmente na Câmara dos Deputados. Segundo ele, houve divergências até mesmo entre líderes de um mesmo partido nas duas Casas sobre quais vetos deveriam ser analisados.

— Não dá para ir para uma sessão do Congresso em que as lideranças da Câmara e do Senado não conseguem ter um mínimo de convergência em relação ao que vai ser deliberado — explicou.

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Alcolumbre disse que continuará buscando um entendimento para definir uma pauta consensual antes de convocar uma nova sessão do Congresso. Segundo ele, realizar a sessão sem acordo poderia impedir até mesmo a obtenção do quórum necessário para a abertura dos trabalhos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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