POLÍCIA
Autor de homicídio ocorrido em novembro em Nova Mutum é preso pela Polícia Civil
POLÍCIA
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Nova Mutum, cumpriu mandado de prisão preventiva contra o autor de um homicídio, ocorrido no dia 13 de novembro, durante uma briga em um bar no município.
O mandado de prisão contra o suspeito, de 32 anos, foi decretado pela 3ª Vara Criminal de Nova Mutum com base nas investigações da Polícia Civil, em inquérito de homicídio qualificado.
O crime que vitimou Dwainy Correa Koslowski, de 27 anos, ocorreu na em um bar comunidade do Ranchão. Na ocasião, o suspeito foi tirar satisfação de um terceiro em razão de uma rixa anterior, ocasião em que a vítima entrou no meio, empurrando o agressor para a rua, dando início a uma luta corporal.
No meio da briga, o suspeito efetuou dois disparos de arma de fogo que atingiram a vítima e um carro que estava nas proximidades. Após os fatos, o suspeito fugiu do local tomando rumo ignorado. A vítima chegou a ser socorrida por terceiros, sendo encaminhada para o Pronto Atendimento de Nova Mutum, porém não resistiu ao ferimento e morreu na unidade de saúde.
Imediatamente após os fatos, a Polícia Civil iniciou as investigações e diligências para identificação e coletas de provas contra o suspeito, sendo representado pelo mandado de prisão preventiva, pelo crime de homicídio qualificado pelo motivo fútil.
A ordem de prisão foi expedida pela Justiça na sexta-feira (02) e cumprida pelos policiais da Delegacia de Nova Mutum, no mesmo dia, sendo o preso colocado à disposição da Justiça.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia Civil indicia padrasto por estupro de vulnerável e maus-tratos contra crianças em Confresa
A Polícia Civil concluiu, nesta sexta-feira (22.5), o inquérito policial que apurou crimes de estupro de vulnerável e maus-tratos praticados contra crianças e adolescentes, em Confresa. A investigação foi conduzida pelo Núcleo Especializado de Atendimento à Mulher e Vulneráveis da delegacia do município e resultou no indiciamento de um homem pelos crimes apurados, além da responsabilização da mãe das vítimas por omissão imprópria.
O trabalho investigativo foi concluído em cinco dias, após intensa coleta de elementos probatórios, depoimentos, relatórios técnicos, exames periciais e diligências realizadas pela equipe policial desde o registro da ocorrência, no último sábado (18.5).
As investigações apontaram que uma jovem, atualmente com 19 anos, sofria abusos sexuais cometidos pelo padrasto desde os quatro anos de idade. Conforme apurado, os crimes ocorreram de forma contínua, mediante ameaças, agressões físicas e intimidação.
Além da violência sexual, os policiais identificaram um cenário de graves violações contra os demais filhos da família, incluindo duas crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) não verbal, de 6 e 11 anos.
Relatórios técnicos, oitivas e exames apontaram que as vítimas viviam em situação severa de negligência, com privação de alimentos, ausência de medicamentos básicos, agressões físicas recorrentes e condições extremas de insalubridade dentro da residência.
Durante as diligências iniciais, a equipe policial também realizou a prisão em flagrante do principal investigado por posse ilegal de arma de fogo e munições. Na ação, foram apreendidas armas de fogo, munições de diversos calibres e armamento mantido em local de fácil acesso dentro da residência, expondo as crianças a risco iminente.
Mesmo após a liberação do investigado em audiência de custódia pelos crimes relacionados às armas, a Polícia Civil deu continuidade às investigações dos crimes de natureza sexual e violência doméstica, concluindo o inquérito policial dentro do prazo de cinco dias.
Com base nas provas reunidas, a autoridade policial indiciou o padrasto pelos crimes de estupro de vulnerável, de forma continuada, e maus-tratos. Já a mãe das vítimas foi indiciada por estupro de vulnerável e maus-tratos na modalidade omissão imprópria, uma vez que as investigações apontaram que ela tinha conhecimento das violências praticadas e deixou de agir para proteger os filhos.
Para garantir a integridade física e psicológica das vítimas, foram representadas medidas protetivas de urgência, já deferidas pelo Poder Judiciário, proibindo qualquer aproximação dos investigados.
Os autos do inquérito policial foram encaminhados ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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