POLÍCIA
PM prende suspeito de violência doméstica e ameaça com armas de fogo em Santa Cruz do Xingu
POLÍCIA
A Polícia Militar prendeu um homem de 42 anos por violência doméstica e ameaça, na noite deste domingo (11.08), na zona rural de Santa Cruz do Xingu. Com ele, a PM apreendeu duas armas de fogo e munições para os objetos.
A equipe do Núcleo de Polícia Militar foi acionada para verificar uma situação de agressão envolvendo um casal, em uma propriedade rural. Segundo a denúncia, o suspeito teria enforcado sua mulher e feito ameaças de morte contra ela e os demais moradores de uma residência.
No endereço indicado, os militares entraram em contato com os donos da casa, que informaram que estavam na companhia de outro casal, consumindo bebidas alcoólicas durante todo o dia. Em determinado momento, o suspeito iniciou uma discussão com sua esposa e começou a agredi-la.
A vítima de 40 anos foi encontrada no local, bastante assustada, e confirmou os fatos. A mulher informou ainda o endereço em que residia com o suspeito e disse aos policiais que no local havia armas de fogo.
Os policiais se deslocaram até a casa da vítima e encontraram o suspeito, que negou as acusações de agressão. Ao ser questionado sobre as armas de fogo, o homem levou a PM até o local onde estavam guardadas uma pistola de calibre .9mm e um rifle carabina de calibre 22. Junto com as armas também foram apreendidas munições para o armamento.
Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de Polícia Civil para demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
POLÍCIA
Polícia Civil indicia mulher por morte de homem após desferir golpes de capacete na cabeça
A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu o inquérito que apurou a morte de Aldonir Ribeiro da Luz, de 48 anos, assassinado com golpes de capacete em Cocalinho. Uma mulher, de 49 anos, foi indiciada por lesão corporal dolosa seguida de morte.
No dia 6 de dezembro de 2025, por volta das 14h50, Aldonir foi agredido pela suspeita em um bar no bairro Alto Cocalinho. Ela arremessou dois capacetes contra a cabeça da vítima durante uma discussão com motivação banal. Após a agressão, o proprietário do estabelecimento apartou a briga e mandou a agressora embora.
O caso gerou grande repercussão e comoção na comunidade local. Imagens captadas pelas câmeras de segurança do estabelecimento, que registraram toda a dinâmica do ocorrido em uma filmagem de 39 segundos, circularam amplamente nas redes sociais, chocando moradores de Cocalinho e região.
Desde as agressões sofridas, a vítima passou a apresentar um quadro de piora progressiva compatível com os traumas na cabeça. Após alguns meses, Aldonir foi encontrado pela família inconsciente e foi encaminhado ao serviço de saúde.
Os exames constataram lesão grave na região atingida pelos golpes, e a vítima foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cocalinho, depois ao Hospital Regional de Água Boa e ao Hospital Metropolitano de Várzea Grande. No entanto, a vítima não resistiu e veio a óbito em 28 de fevereiro de 2026.
Investigação
O inquérito policial reuniu um sólido conjunto de provas, incluindo imagens de câmeras de segurança do próprio bar, depoimentos de cinco testemunhas presenciais convergentes, laudos médicos hospitalares, certidão de óbito e laudo de necrópsia elaborado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
“Os laudos periciais atestaram que o óbito decorreu dos golpes de capacete sofridos pela vítima, sem que haja qualquer indicativo de que outra causa tenha contribuído para o desfecho fatal. O nexo causal entre as agressões e a morte está plenamente confirmado pela perícia”, afirmou o delegado Carlos Alberto Silva, responsável pela investigação do caso.
Ao final das investigações, a mulher foi indiciada pelo crime de lesão corporal dolosa seguida de morte, previsto no artigo 129, §3º, do Código Penal, com pena de 4 a 12 anos de reclusão. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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