POLÍCIA
Polícia Civil cumpre sete prisões preventivas contras executores e mandantes de homicídios em Apiacás
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A Delegacia de Apiacás deflagrou, nesta sexta-feira (01.11), a Operação Top Gun – Maverick para cumprir sete mandados de prisões preventivas contra mandantes e executores de dois homicídios ocorridos neste ano, no município.
Os homicídios foram registrados nos meses de julho e setembro. Parte dos mandados da operação foi cumprida em unidades prisionais do Estado, onde os alvos já estavam detidos por outros crimes. Outros foram presos nas cidades de Tabaporã e Apiacás.
O principal alvo, que dá nome à operação, foi preso na cidade de Tabaporã. Na mesma cidade, também foram cumpridas outras duas prisões, todas relacionadas à execução de Joele Pereira dos Santos, de 34 anos, ocorrida em setembro.
Outro investigado pela morte de Joele dos Santos foi preso na cidade de Apiacás. Com ele, foram apreendidas porções de entorpecentes. Por isso, ele foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Foram apreendidas porções de maconha e cocaína, além de uma balança de precisão.
Já os mandantes do homicídio de Cristian de Paula da Silva, de 18 anos, assassinado em julho, tiveram as prisões cumpridas em Cuiabá. Eles já estão detidos por crimes anteriores. Um mandado foi cumprido na Penitenciária Central do Estado, e outro na Penitenciária Ana Maria do Couto May. Outro envolvido no homicídio do jovem teve o mandado cumprido na cadeia pública de Alta Floresta.
A Operação Top Gun contou com a participação e apoio da Delegacia de Tabaporã, e da Gerência de Polinter e Capturas no cumprimento dos mandados de prisão.
Vítimas
Cristian de Paula da Silva, de 18 anos, foi morto em julho deste ano. O corpo foi encontrado às margens da estrada Santa Rosa, após diligências realizadas no dia 5 de julho para localizar a vítima.
As diligências iniciaram depois do registro de desaparecimento. A Polícia Civil descobriu que ele estava sendo mantido em um sítio da cidade, onde foi vítima de salve de membros da facção criminosa. Um casal foi detido na ocasião, flagrados com as roupas sujas de sangue. Ambos confessaram que haviam acabado de matar Cristian e revelaram onde esconderam o corpo.
No sítio, foram apreendidos a faca utilizada para matar a vítima e dois tabletes de maconha.
O corpo de Joele Pereira dos Santos foi encontrado, no dia 12 de setembro deste ano, em uma estrada na zona rural de Apiacás. Ela estava desaparecida desde o dia 9 do mesmo mês, após sair de casa e seus familiares não conseguirem mais contato. A Delegacia de Apiacás foi acionada depois de um morador encontrar o corpo da vítima quando passava pela estrada.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Polícia Civil prende jovem que vendeu conta para receber R$ 50 mil de golpe contra idoso
A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta terça-feira (09.10), em Várzea Grande, um jovem, de 19 anos, suspeito de vender os dados da própria conta bancária para o recebimento de dinheiro obtido em um golpe contra um idoso.
Segundo as investigações, a vítima, de 62 anos, foi induzida a fazer um PIX de R$ 50 mil para fechar a compra de um veículo anunciado em uma rede social. O anúncio era falso, e o valor foi transferido para a conta do suspeito.
Após diligências contínuas, as equipes localizaram o suspeito e efetuaram a prisão. Em depoimento, ele confessou que cedeu a conta por R$ 700 a um homem que anunciava, em um perfil no Facebook, a compra de contas bancárias de terceiros.
A conduta se enquadra no artigo 171, § 2º-A, inciso VII do Código Penal, incluído pela Lei nº 15.397/2026, que pune quem cede, de forma gratuita ou onerosa, conta bancária para a circulação de recursos que financiem atividade criminosa ou que tenham origem nela.
Embora não tenha antecedentes criminais, o suspeito não teve fiança arbitrada e aguarda audiência de custódia.
Para o delegado Ruy Peral, responsável pela investigação do caso, a prisão mostra que quem empresta ou vende a conta também responde pelo golpe.
“Ceder ou vender conta bancária a terceiros não é um favor nem um negócio inofensivo. É crime. O titular entrega o instrumento que permite ao golpista receber o dinheiro da vítima e pode responder pela fraude, mesmo sem ter aplicado o golpe nem conhecer quem foi lesado. Quem vende a conta se torna parte do esquema”, alertou.
Fonte: Policia Civil MT – MT



