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Polícia Civil prende três suspeitos de armar bombas caseiras para explodir caixa eletrônico no oeste do estado

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Três suspeitos de colocar bombas caseiras para explodir um caixa eletrônico de um banco, na cidade de Nova Lacerda, região oeste do estado, foram detidos em flagrante pela Polícia Civil nesta sexta-feira (27.01).

A Polícia Civil foi acionada na madrugada de sexta-feira sobre a tentativa de explosão do caixa eletrônico do Bradesco e de imediato, equipes das Delegacias de Comodoro e de Campos de Júlio, com o apoio da Polícia Militar, seguiram para o banco, com a perícia da Politec.

Durante a análise do local, haviam indícios de que o fato teria sido cometido por criminosos da região, considerando a elaboração e execução da ação. Com a análise das imagens de comércios próximos ao banco foi possível identificar alguns suspeitos. Em diligências ininterruptas, as equipes policiais iniciaram buscas para localizar os suspeitos identificados e possíveis testemunhas.

Após algumas informações coletadas, a Polícia Civil chegou aos três envolvidos na explosão do caixa eletrônico, sendo um adulto de 25 anos e dois adolescentes, de 16 e 17 anos, todos com passagens criminais.

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Os suspeitos confessaram o crime e afirmaram que se reuniram para realizar o furto com explosivo e, para isso, adquiriram 11 caixas de fogos de artifícios, que foram desmontados para a confecção de duas bombas caseiras utilizadas na tentativa de explosão. Um dos adolescentes vendeu o próprio aparelho celular para comprar os fogos de artifício. 

O trio explodiu a primeira bomba caseira às três da manhã e a segunda às 03h05, que causaram danos em paredes e vidraças da agência. Mesmo com as duas explosões, eles não conseguiram abrir o caixa eletrônico. Posteriormente tentaram abrir o caixa com pancadas de barras de ferros, também sem êxito, porém, subtraíram cartões bancários e alguns objetos eletrônicos, descartando alguns durante a fuga.

Depois de sair do banco, o trio fugiu para a BR-174 e se escondeu em uma pastagem até o dia amanhecer. Os três foram localizados pelos policiais dentro da cidade.

A Polícia Civil representou pela prisão preventiva do adulto pelos crimes de furto qualificado (uso de explosivo e majorado por ter sido cometido em período noturno), além de associação criminosa majorada pela participação de adolescentes. Já os adolescentes foram autuados por ato infracional análogo a furto qualificado e associação criminosa.

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Fonte: PJC MT

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Polícia Civil desarticula rede descentralizada de distribuição de drogas na Capital

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.4), a Operação Rede Difusa para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular uma rede de distribuição de entorpecentes, pulverizada em pontos de comercialização em diversos bairros de Cuiabá.

Na operação, são cumpridos três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.

A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificou a existência de uma estrutura criminosa caracterizada pela atuação pulverizada, com pequenos núcleos independentes de venda de drogas. Embora de baixa complexidade individual, os pontos formavam uma rede difusa de abastecimento e distribuição de entorpecentes na capital.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, o cumprimento das ordens judiciais busca não apenas a responsabilização dos investigados, mas também a apreensão de substâncias ilícitas, valores oriundos da atividade criminosa e outros objetos relacionados ao tráfico de drogas.

“A operação busca o enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas, sobretudo às estruturas que, mesmo de pequeno porte, contribuem significativamente para a disseminação da criminalidade, como ocorrências de furtos, roubos e homicídios, e seus reflexos sociais”, disse o delegado.

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As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da rede.

Rede Difusa

O nome da operação faz referência à forma de atuação do grupo investigado, que operava de maneira descentralizada, espalhando pontos de venda em diferentes regiões da cidade, dificultando a repressão estatal e ampliando o alcance da distribuição de entorpecentes.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Renorcrim

As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência).

A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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