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Polícia Militar reúne mais de 8 mil competidores na 10ª Corrida do Bope

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Com novo recorde de público, a Polícia Militar de Mato Grosso reuniu, na manhã deste domingo (1°.3), 8,5 mil competidores na décima edição da Corrida do Batalhão de Operações Especiais (Bope). A largada e a chegada ocorreram na sede da unidade, localizada na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, em Cuiabá.

No trajeto de 10 km, o Bope premiou o 1° lugar com R$ 2 mil; o 2° lugar, com R$ 1,2 mil e o 3° lugar, com R$ 800. Já no percurso de 5 km, houve premiações de R$ 1,5 mil, R$ 1 mil e R$ 600, para o 1°, 2° e 3° lugares, respectivamente. Além da bonificação em dinheiro, todos os competidores receberam medalhas.

O comandante do Bope, tenente-coronel, Hugo Roberto Silva Reis, destacou que o evento é considerado uma das principais corridas de rua de Mato Grosso e que, neste ano, obteve um recorde de público. Além disso, ele relembrou que a primeira edição teve pouco mais de mil corredores.

“Essa é mais uma corrida para entrar na história do Bope. É um evento idealizado para trazer recursos para o nosso projeto social, bem como aproximar a sociedade do trabalho do Batalhão e, neste ano, tivemos um recorde de público, devido à nossa organização, estrutura e reconhecimento por parte da população”, disse o tenente-coronel Hugo.

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O comandante-geral da Polícia Militar, Cláudio Fernando Carneiro Tinoco, também enalteceu a participação do público nesta edição e parabenizou os policiais militares do Bope por mais um sucesso na corrida de rua.

“O evento reuniu 8,5 mil inscritos e registrou novo recorde de público, consolidando-se como uma das corridas mais aguardadas do calendário esportivo da corporação e de toda a Baixada Cuiabana. A cada ano, a prova cresce em número de participantes e em alcance, atraindo corredores de diversos municípios de Mato Grosso”, destacou.

Conforme o subchefe do Estado Maior da Polícia Militar, coronel Luiz Prado, além de incentivar a prática esportiva e hábitos saudáveis, o evento reforça a aproximação entre a Polícia Militar e a população. “O sucesso da 10ª edição reafirma o compromisso da instituição com ações que vão além do policiamento, valorizando iniciativas que contribuem para a qualidade de vida da comunidade, promovendo um momento de convivência e integração”.

Entre os participantes, a servidora pública Mariana Souza, que completou o percurso de 5 quilômetros, destacou o clima do evento. “É a primeira vez que participo da Corrida do Bope e fiquei impressionada com a organização. O percurso foi bem sinalizado e a energia do público motiva a gente a ir até o fim”, afirmou.

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Já o atleta Carlos Henrique Lima, que encarou os 10 quilômetros, ressaltou o desafio e a superação. “É uma prova que exige preparo, mas também é muito gratificante. A estrutura e o apoio ao longo do trajeto fazem a diferença. Todo ano, a corrida está cada vez melhor. Costumo participar de todas as corridas da Polícia Militar”, enfatizou.

Corrida Kids

Neste sábado (28.2), o Bope reuniu 640 crianças na edição da Corrida kids, na sede do Batalhão. Com um percurso adaptado e corrida de obstáculos, a atividade garantiu muita diversão, aventura e espírito de superação.

Ao longo do trajeto, as crianças enfrentaram desafios lúdicos, como pequenos obstáculos e trechos de agilidade, sempre acompanhadas de perto por monitores e familiares. A proposta foi incentivar, desde cedo, a prática esportiva e valores como disciplina, coragem e trabalho em equipe.

Fonte: PM MT – MT

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Condenado por Tragédia do Baldo é preso em ação integrada entre Polícias Civis de MT e RN

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Uma investigação conjunta entre a Polícia Civil do Rio Grande do Norte e a Polícia Civil de Mato Grosso resultou na prisão de Aluísio Farias Batista, condenado por um dos episódios mais trágicos da história da cidade de Natal (RN), a Tragédia do Baldo, que resultou na morte de 19 pessoas, durante o Carnaval de 1982.

Aluísio Farias Batista, atualmente de 68 anos de idade, conduzia um ônibus que resultou no atropelamento das vítimas. Natural de Riachuelo (RN), ele tinha 24 anos na época do acidente e estava há mais de 40 anos foragido. Após o fato ganhar repercussão nacional, o condenado deixou o seu estado de origem e veio para Cuiabá, onde usava documento falso, em nome de uma pessoa já falecida.

A prisão ocorreu após contato e troca de informações entre a Polícia Civil do Rio Grande do Norte com a equipe da Gerência Estadual de Polinter e Capturas da Polícia Civil de Mato Grosso, solicitando apoio para localização o condenado.

Investigações e prisão

A partir desse contato, as equipes passaram a atuar de forma integrada para confirmar a identidade e o paradeiro do foragido. Após semanas de levantamentos realizados pelo Núcleo de Inteligência, análises em sistema de reconhecimento facial e diligências realizadas pelo setor operacional da Gerência de Capturas da Polícia Civil de Mato Grosso, foi localizada uma pessoa com características compatíveis com as do procurado.

No entanto, apenas a semelhança física não era suficiente, sendo necessário aprofundar as diligências. O Núcleo de Inteligência contou com o apoio de outros órgãos de segurança pública, entre eles a inteligência da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e as diretorias de Habilitação e de Veículos do Detran-MT, que contribuíram para a confirmação da identidade do investigado.

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Paralelamente, equipes realizaram diligências em campo para reunir imagens e outras informações que levassem ao paradeiro do condenado. Na sexta-feira (26), os policiais da Gerência Estadual de Polinter localizaram uma residência no bairro Jardim Presidente I, em Cuiabá, onde Aluísio vivia discretamente e já havia constituído uma nova família.

Após ter o mandado de prisão cumprido, o preso foi encaminhado à Polinter para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Tragédia

O acidente aconteceu quando um ônibus atingiu foliões que participavam do tradicional bloco Puxa-Sacos, provocando a morte de 19 vítimas e deixando dezenas de feridos. Entre as vítimas estavam o neto do então senador Dinarte Mariz e cinco sargentos da Polícia Militar. Na ocasião, em razão da gravidade da tragédia, o Governo do Estado decretou luto oficial de três dias.

Segundo o relato de Aluísio, havia intensa movimentação de Carnaval no bairro Alecrim e diversos ônibus estavam à disposição dos foliões. Ele afirmou que já havia encerrado sua jornada de trabalho quando foi solicitado por um superior para substituir outro motorista que não poderia realizar uma viagem.

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Ainda conforme sua versão, ao chegar à região conhecida como Baldo, enfrentou uma descida com pouca iluminação e conduzia um ônibus lotado de integrantes de outra escola de samba. Em determinado momento, precisou desviar de um veículo Volkswagen Fusca que estava à sua frente. Ao retornar para sua faixa de rolamento, encontrou outra escola de samba caminhando na via e, segundo ele, não houve tempo nem espaço para evitar o atropelamento.

O episódio ganhou repercussão nacional e foi amplamente divulgado pela imprensa. De acordo com Aluísio, após o caso ser exibido no programa Linha Direta, ele deixou o Rio Grande do Norte e passou a viver em Cuiabá, onde permaneceu por vários anos.

Integração entre os estados

A Gerência Estadual de Polinter e Capturas da Polícia Civil de Mato Grosso mantém contato permanente com as demais Polinters e Delegacias de Capturas do Brasil, compartilhando informações sobre foragidos da Justiça e prestando apoio às investigações interestaduais.

A delegada titular da Polinter de Mato Grosso, Silvia Maria Pauluzzi de Siqueira, destacou a importância da cooperação entre as unidades especializadas de capturas em todo o país.

“A implantação do Núcleo de Inteligência fortaleceu significativamente o trabalho da Gerência de Capturas, proporcionando maior eficiência na pesquisa, análise de dados e apoio às equipes operacionais, o que tem resultado em importantes prisões de foragidos da Justiça”, destacou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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