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Câmara Setorial da CITS-Agro realiza última reunião presencial

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A Câmara Setorial Temática (CST) que está promovendo levantamentos técnicos, estudos, pesquisas, análises sobre a ciência, inovação, tecnologia e sustentabilidade na agricultura (CITS-Agro) realizou, nesta segunda-feira (25), a nona e última reunião presencial. Nesse encontro foi debatido o setor produtivo de Mato Grosso. De acordo com o relator, Ailton José Terezo, a CST levantou informações técnicas e científicas ao ouvir especialistas de todo o Brasil. Nesse contexto, segundo ele, os trabalhos foram divididos em quatro eixos e, com isso, foi possível ouvir 24 especialistas de diversas áreas do setor produtivo do agro de todo o Brasil. 

“Foram seis especialistas que abordaram a temática sobre insumos biológicos, metabólicos, e semioquímicos na agricultura, mais sete palestrantes que abordaram a temática de nanobiotecnologia e sustentabilidade na agricultura, outras três palestras sobre resíduos de valorização de produtos primários e coprodutos da agropecuária. A CST ouviu ainda três palestrantes sobre inteligência artificial e aprendizagem de máquinas na agricultura”, elencou Terezo. 

Nas duas últimas reuniões, a CST ouviu especialistas e pesquisadores de todo o Brasil. Nesse ínterim foram ouvidas pessoas ligadas à Universidade Federal de Mato Grosso, Universidade Federal de Rondonópolis, Universidade do Estado de Mato Grosso, Instituto de Federal de Ciência e Tecnologia e Embrapa. 

Agora, de acordo com Terezo, os integrantes da CST vão trabalhar na produção do relatório final do levantamento dos dados técnicos nacionais e, com isso, em maio de 2024, a CST ouvirá oito especialistas internacionais com foco em sustentabilidade na agricultura. 

O deputado Paulo Araújo (PP), autor do requerimento solicitando a instalação da CST, afirmou que em 2024 a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) deve realizar um evento a respeito dos temas abordados durante os nove encontros com 24 especialistas dos setores de tecnologia, pesquisa e sustentabilidade da agropecuária mato-grossense. “São temas importantes e fundamentais que precisam ser socializados com instituições de outros países. Vamos preparar um evento grandioso sobre os assuntos debatidos pela CST e não ficar apenas restrito a Mato Grosso, mas divulgar para o Brasil e para o mundo”, destacou Paulo Araújo.

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O presidente da CST, ex-deputado José Esteves Lacerda, disse que a proposta da Câmara é de instalar um laboratório para ser um modelo para o Brasil e mundo aproveitarem dos conhecimentos levantados sobre a ciências e inovações tecnológica sobre o setor produtivo de Mato Grosso. “Infelizmente, grande parte dos trabalhos desenvolvidos pela inteligência pela sociedade intelectual brasileira ainda estão guardados nos armários das universidades de todo o país. O que ouvimos, durantes os debates na CST, é positivo para o Brasil, Mato Grosso e o mundo, porém todos os serviços de inteligência não tiveram convergência para serem aplicados no setor produtivo do estado”, disse Lacerda.

Mas durante a reunião desta segunda-feira (25), o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuário (Imea), Cleiton Gauer, afirmou que os principais desafios que os produtores mato-grossenses enfrentam estão relacionados a processos burocráticos e, com isso, produzir e depois não ser penalizados. “É uma parte que o estado precisa evoluir. Hoje, o produtor já faz sua parte. O produtor faz e declara o cadastro ambiental rural (CAR), mas não tem o acompanhamento e a aprovação na ponta final para ter segurança do que fez e o que declarou está validado pelo estado. Isso já se arrasta por um bom tempo”, disse Gauer.

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Durante a sua fala, Gauer mostrou que nos últimos 13 anos (2010-2023) a produção agrícola obteve uma evolução do valor bruto da produção em Mato Grosso. O valor saiu de R$ 21,5 bilhões para R$ 201,5 bilhões. “Cerca de 56% do PIB/MT depende do agronegócio. Qualquer impacto econômico, seca e qualquer dificuldade que venha impactar o setor”, disse Gauer.

O palestrante Bruno Freitas De Conti, da Fundação Mato Grosso de Rondonópolis, que falou sobre o papel da pesquisa na sustentabilidade do agronegócio brasileiro, afirmou que a sustentabilidade não é uma questão de atender as necessidades do agronegócio em todo o estado. 

“Ela é um fator importante em vários setores. O agronegócio está atrelado não somente na questão mercadológica, mas também na questão do desenvolvimento dele como negócio. As medidas de sustentabilidade que são implementadas e orientadas pela Fundação Mato Grosso sempre visam estabelecer dois critérios: sustentabilidade e econômico”, disse De Conti.

De acordo com De Conti, o agronegócio de Mato Grosso consegue fazer de duas até três safras por ano. “O Brasil já é uma referência em sustentabilidade no agronegócio e continua trabalhando ainda mais e, com isso, atender não somente a necessidade mercadológica, mas também desenvolver a economia brasileira”, pontuou De Canti. 

Fonte: ALMT – MT

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ALMT aproxima Prêmio de Jornalismo da universidade e incentiva produção acadêmica

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A Secretaria de Comunicação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (Secom/ALMT) visitou, nesta segunda-feira (14), a Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá, para apresentar a 2ª edição do Prêmio ALMT de Jornalismo – Troféu Parlamento.

O encontro reuniu estudantes e professores dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Cinema e Audiovisual e teve como objetivo incentivar a participação acadêmica no concurso, que neste ano tem como tema “Onde a lei nasce, a cidadania cresce”.

O prêmio mantém uma categoria exclusiva para universitários, com o objetivo de reconhecer trabalhos produzidos durante a formação acadêmica que contribuam para ampliar a compreensão da sociedade sobre o papel do Poder Legislativo e sua atuação em áreas que impactam diretamente o cotidiano dos mato-grossenses.

Durante a apresentação do concurso, o secretário adjunto de Comunicação Social da ALMT, José Marques, destacou a importância de aproximar o Troféu Parlamento dos cursos universitários das diferentes áreas da comunicação. Segundo ele, a iniciativa contribui para a formação dos futuros profissionais e amplia o conhecimento dos acadêmicos sobre o funcionamento e a atuação do Legislativo.

“É importante incentivar esses futuros profissionais a buscar mecanismos para fortalecer o lado profissional, mas também levar o nome da Assembleia Legislativa como algo participativo. Afinal, nós somos uma Casa cidadã”, afirmou.

José Marques também ressaltou que a possibilidade de produção em coautoria permite a integração entre estudantes de diferentes cursos. Para ele, a comunicação envolve profissionais de diversas áreas, e o trabalho conjunto amplia as possibilidades de produção de conteúdos.

“A comunicação é muito ampla. Nós temos jornalistas, publicitários, profissionais do cinema e fotógrafos e toda uma estrutura envolvida. Essa integração é fundamental”, ressaltou.

Para o secretário adjunto, a participação dos acadêmicos no prêmio representa uma oportunidade de aproximar a universidade do Legislativo e, ao mesmo tempo, valorizar a produção colaborativa entre as diferentes áreas da comunicação.

A estudante do 4º semestre de Publicidade e Propaganda, Beatriz Carvalho, afirmou que esta é a primeira vez que participará de um concurso dessa natureza. Para ela, a iniciativa representa uma oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação e ampliar a experiência profissional.

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“Participar vale pela experiência que é criada. Agora é a chance de aproveitar esse segundo concurso. Isso nos dá bagagem para o nosso futuro na profissão da comunicação e nos auxilia também para a vida pessoal”, afirmou.

A coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda, Débora Cristina Tavares, também destacou a importância de iniciativas que aproximem a formação acadêmica das experiências profissionais. Segundo ela, a participação em concursos, congressos e outros eventos faz parte das atividades complementares e contribui para a formação dos estudantes.

“Todos os desafios colocados para os alunos dão oportunidades para colocar em prática tudo que está sendo feito dentro da universidade e mostrar que isso funciona lá fora. É a chance que eles têm durante a vida acadêmica. No curso de Publicidade temos esses componentes de atividades complementares, que envolvem a participação em congressos, concursos e eventos”, explicou.

A estudante do 7º semestre de Jornalismo, Lorenza Neves, afirmou estar confiante para participar da segunda edição do prêmio e revelou que já tem uma proposta para concorrer. Segundo ela, a possibilidade de receber um reconhecimento ainda durante a graduação é importante tanto pela experiência quanto para a formação acadêmica.

“É algo novo para minha vida acadêmica. Ganhar um prêmio como esse é importante não apenas pelo valor, mas também pelo currículo acadêmico. Isso fica evidente porque a UFMT dá condições para os alunos saírem da academia com uma bagagem para conquistar mais uma vez o prêmio”, disse Neves.

O diretor da Faculdade de Comunicação Social da UFMT, Cristóvão Almeida, afirmou que a instituição espera repetir, nesta edição, as conquistas obtidas no primeiro concurso. Segundo ele, a faculdade incentiva a participação dos estudantes e valoriza trabalhos produzidos no ambiente acadêmico.

“Isso é fundamental porque promove o diálogo com a comunidade, mostrando o que fazemos aqui, que são produções inteligentes, criativas e muito progressivas na sociedade. Isso faz muita diferença para nossos alunos e para a sociedade, mostrando que a nossa universidade produz conteúdos importantes para serem socializados”, explicou.

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A coordenadora do curso de Jornalismo, Nealla Valentin Machado, ressaltou que os estudantes demonstram maior interesse em apresentar seus trabalhos quando existe a possibilidade de reconhecimento por meio de premiações. Para ela, o concurso também reforça o compromisso da universidade com a formação de profissionais pautados pela ética e pela responsabilidade.

“Sinto que os alunos têm mais interesse quando existe alguma premiação para eles enviarem os produtos que são realizados. Aqui os resultados aparecem porque trabalhamos para que os alunos façam um jornalismo ético e responsável, baseado em fatos. O prêmio é o resultado de um trabalho bem feito. E a gente trabalha para isso”, destacou.

Para o professor e coordenador do curso de Cinema e Audiovisual da UFMT, Moacir Machado, a categoria Universitário demonstra a preocupação do Legislativo em estimular a produção acadêmica e aproximar a Assembleia da universidade.

“É a forma de o Parlamento estimular a produção audiovisual, de fotografia e de escrita jornalística, pensando a sociedade mato-grossense e, com isso, refletindo sobre a prática das leis, como elas atingem a população e a sociedade de uma forma positiva. Esse tipo de premiação é importante porque ajuda e colabora na formação acadêmica”, afirmou.

Premiação – O Troféu Parlamento contempla cinco categorias: Telejornalismo, Texto, Radiojornalismo, Fotojornalismo e Universitário. Em todas as categorias, o primeiro colocado receberá R$ 30 mil e o Troféu Parlamento; o segundo, R$ 20 mil e uma Placa de Homenagem; e o terceiro, R$ 10 mil e uma Placa de Homenagem.

As inscrições seguem abertas até 9 de novembro. Os participantes podem consultar os canais oficiais da ALMT em busca de pautas relacionadas a leis, direitos, políticas públicas, fiscalização, audiências, comissões e debates de interesse da sociedade.

A cerimônia de premiação está programada para 28 de janeiro de 2027. O regulamento e outras informações sobre o concurso estão disponíveis no site oficial do Troféu Parlamento, em https://trofeuparlamento.com.br.

Fonte: ALMT – MT

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