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CST de Apoio ao Empreendedorismo recebe representantes do Sebrae e Senac

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A Câmara Setorial Temática (CST) de Apoio ao Empreendedorismo e às Micro e Pequenas Empresas recebeu representantes do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) durante a quarta reunião do grupo, realizada na tarde de quinta-feira (6).

Dados apresentados pelo gerente de relacionamento do Sebrae/MT, Fernando Holanda, mostram que no estado há mais de 400 mil empresas ativas. Ele também chamou atenção para importância de pequenas empresas para a economia. “As micro e pequenas empresas correspondem hoje a cerca de 90% dos negócios do Brasil, taxa muito similar a de Mato Grosso. Essas empresas são responsáveis por gerar 70% dos empregos formais. Correspondem a uma fatia muito importante do país e do estado”, sustentou. 

A diretora de Educação Profissional Senac/MT, Rosana Abutakka, destacou a atuação do órgão na educação para o trabalho. Até maio deste ano, foram oferecidos 136 cursos para quase 13 mil alunos em 54 municípios do estado. Ela ainda ressaltou a certificação de 452 pessoas no laboratório instalado há um ano no Sesc Arsenal, em Cuiabá, com foco em tecnologia e inovação. Lá, há cursos como criação de websites e programação para robótica. 

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Empreendedora e membro da CST, Thais Andrade, afirmou que há dificuldades de encontrar pessoas qualificadas. E mostrou interesse em capacitações voltadas para melhora do atendimento. “A pessoa chega a sua empresa e não tem aquela qualificação. Não só eu, como amigos, enfrentamos essa dificuldade. A gente precisa qualificar o nosso empregado”, expôs. 

“O Senac já tem como prática estabelecer diversas parcerias, termos de cooperação técnica, tanto com instituições públicas e privadas oferecendo cursos gratuitos. Então, hoje a gente sai com esse compromisso de estabelecer uma conversa e quem sabe firmar essa parceria com a CST e os segmentos presentes aqui”, respondeu a diretora do Senac/MT.

O presidente da CST, Cléber Ávila Ferreira, considerou que avanços foram alcançados na reunião. “São duas instituições respeitadas [Sebrae e Senac] com atuação muito forte em Mato Grosso. Então nesse encontro, nós aproveitamos para dar espaço para essas entidades falarem sobre como atuam, os cursos que oferecem. E também levamos para esses representantes as demandas do setor do empreendedorismo, das micro e pequenas empresas. Com isso, a câmara quer pegar quem qualifica e unir com quem está precisando de mão de obra qualificada”.

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A próxima reunião da Câmara Setorial Temática (CST) de Apoio ao Empreendedorismo e às Micro e Pequenas Empresas está marcada para o dia 14 de agosto. O grupo de trabalho foi requerido pelos deputados estaduais Max Russi (PSB), Dr. Eugênio (PSB) e Thiago Silva (MDB).

Fonte: ALMT – MT

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Corregedoria da ALMT troca experiências com CGE para aprimorar procedimentos

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Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.

Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.

Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.

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Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.

De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.

Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.

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Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.

Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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