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Deputado Thiago Silva apresenta projeto de Lei que declara de utilidade pública a APOBAG

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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) apresentou na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) o Projeto de Lei 905/2025, que propõe o reconhecimento da Associação dos Pacientes Oncológicos de Barra do Garças (APOBAG) como entidade de Utilidade Pública. A iniciativa visa fortalecer o trabalho da instituição, que oferece apoio e assistência a centenas de pacientes com câncer na região do Araguaia. A proposta foi protocolada no dia 28 de maio.

A APOBAG tem como missão principal articular e promover políticas públicas de apoio a pacientes oncológicos, além de custear financeiramente uma casa de apoio que acolhe temporariamente pacientes em tratamento e seus acompanhantes.

“Conhecemos o trabalho da APOBAG, que cuida com tanto carinho dos pacientes oncológicos de Barra do Garças e região. Dessa forma, estamos apresentando este projeto de lei que visa declarar utilidade pública a associação pelos relevantes serviços prestados à população na área da saúde”, afirmou o deputado Thiago Silva.

A solicitação para a apresentação do projeto de lei partiu dos vereadores Hiago Teles (PL), de Barra do Garças, e Vinicius Vinicius Medeiros Vini Jack (MDB) de Pontal do Araguaia.

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O presidente da APOBAG, Evandro Chaves, expressou sua gratidão ao deputado Thiago pelo reconhecimento do trabalho da Associação, que assiste centenas de pacientes de toda a região do Araguaia.

“Caso o projeto seja aprovado e sancionado, a APOBAG poderá receber emendas parlamentares e recursos diretamente do governo do Estado, garantindo maior autonomia e capacidade de expandir suas ações essenciais na área da saúde”, afirmou.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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