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Diversidade e inclusão dão “novas caras” às mensagens de fim de ano

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Os tradicionais vídeos de fim de ano ganharam uma nova versão em 2023. Uma iniciativa da TV Assembleia buscou trazer um pouco mais de diversidade e inclusão nas mensagens que trazem votos de paz e prosperidade. Representantes de diferentes religiões e grupos sociais gravaram mensagens que propõem reflexões sobre ciclos que se encerram e reiniciam. Todo material foi feito com autodescrição, legenda e intérprete de libras para chegar ao maior número de pessoas possível.

Ao todo, dez vídeos foram gravados e estão sendo exibidos ao longo da programação da TV Assembleia (canal 30.1); também serão postados nas redes sociais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e os áudios veiculados pela Rádio Assembleia (89,5 FM).

De acordo com a servidora Vivianne Marques, editora da TV Assembleia, a ideia foi trazer para o público um material diferente, que conseguisse aproximar a população mato-grossense por meio da inclusão de públicos diversos. “Todos os anos fazemos os vídeos com os parlamentares, mas neste ano buscamos nos aproximar, colocar representantes da sociedade para fazer reflexões e trazer suas mensagens”.

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Nesta linha, foram ouvidos representantes de diferentes religiões, como católica, evangélica, budista, espírita kardecista, candomblé e umbanda, união do vegetal, ateísta e de grupos étnicos e sociais, como indígenas, mulheres e idosos. De acordo com Vivianne, infelizmente não foi possível gravar com todas as religiões ou grupos sociais, mas a tentativa foi de ampliar o máximo possível.

Além de Vivianne, o projeto também contou com a dedicação do jornalista Anderson Sartori, do cinegrafista Vinícius Olivo, do editor Marcos Okamura e com o apoio do superintendente da TV, Jaime Figueiredo. 

Para conferir o trabalho da TV Assembleia é só acompanhar a programação ou assistir aos vídeos no YouTube. Os primeiros já estão disponíveis nos links abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=C1qoFJItPG0

https://www.youtube.com/watch?v=qqH_3V1loa8


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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