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Gimenez participa de inauguração de UBS e frisa a importância da descentralização da saúde
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“Assim como trago comigo a bandeira da descentralização da saúde em nível estadual, também entendo ser necessário promovê-la no município. E essa entrega da nova Unidade Básica de Saúde na zona rural de Cáceres leva o atendimento ao alcance das regiões mais distantes. Pode parecer algo sem importância, mas a distância é um dos fatores que dificulta, por exemplo, o diagnóstico de doenças graves”, frisou o deputado Dr. Gimenez, na solenidade de inauguração da UBS, no Distrito de Nova Cáceres.
O parlamentar parabenizou a prefeita da cidade, Eliane Liberado, pelo trabalho e pelo bom diálogo com todos os poderes estaduais. “ A prefeita está sempre à frente buscando as melhorias. Para isso, podemos observar que mantém um bom diálogo com os demais poderes, fazendo política para o coletivo. Temos que fiscalizar? Sim. Mas precisamos fazê-la com inteligência e sermos justos. Criticar e levar a solução, dialogar. Fiscalizar para ‘fazer barulho’ não muda a vida das pessoas, principalmente dos mais carentes”, destacou.
A nova UBS tem uma área total de 644 metros quadrados. Sua estrutura comporta salas de vacina, procedimentos e inalação, consultório médico, odontológico e de enfermagem, além de farmácia, almoxarifado, sala de esterilização, depósito de resíduos.
A região, segundo a prefeita Eliane, estava sem um olhar para a saúde há 30 anos. “ Isso impacta muito a vida dos que aqui residem. Com a unidade, vamos facilitar o acesso aos serviços de saúde, evitando que essas famílias precisem se deslocar”, disse.
Dr. Gimenez acrescentou que, “a descentralização da saúde significa aumentar a resolutividade dentro das unidades das comunidades, deixando somente os casos de alta complexidade para o centro”, finalizou.
*Com informações da assessoria da Prefeitura de Cáceres
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Comissão da ALMT agenda visita técnica em área entre Poxoréu e Primavera do Leste
A Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso definiu, nesta terça-feira (14), a realização de uma visita técnica à região de Poxoréu e Primavera do Leste na próxima quinta-feira (16), para apresentar os limites utilizados no Estudo de Viabilidade Municipal e esclarecer dúvidas da população sobre a proposta de desmembramento de parte do território.
Segundo o estudo, elaborado pela empresa Cidades Sustentáveis, a mudança é fiscalmente sustentável, administrativamente viável e socialmente legítima, mas a decisão sobre a incorporação dependerá de plebiscito único entre os eleitores dos dois municípios, previsto para ocorrer nas eleições gerais de 2026.
O advogado Zaid Arbid, representante da empresa Cidades Sustentáveis, responsável pelo Estudo de Viabilidade Municipal, afirmou que a proposta de desmembramento da área de Poxoréu para Primavera do Leste atende aos critérios técnicos previstos na legislação.
Segundo ele, o levantamento concluiu que a mudança é fiscalmente sustentável, administrativamente viável e socialmente legítima, uma vez que a maior parte dos serviços públicos essenciais, como educação, infraestrutura e atendimento à população, já é prestada por Primavera do Leste. Zaid Arbid também destacou que os moradores da região se identificam como pertencentes ao município vizinho, reforçando o aspecto social da proposta.
O advogado ressaltou, porém, que o estudo técnico não tem poder de decidir sobre o desmembramento, mas apenas de verificar se há viabilidade para que a consulta popular ocorra. Conforme explicou, a decisão caberá exclusivamente à população, por meio de um plebiscito único envolvendo os eleitores dos dois municípios.
Ele acrescentou que, embora Poxoréu tenha prestado os serviços públicos dentro de suas possibilidades, houve uma intensa migração populacional desde 2011, concentrando moradores que mantêm vínculos com Primavera do Leste e transferindo desafios de gestão nas áreas fiscal, administrativa e social para o município de origem do território.
Segundo ele, a região possui entre 16 mil e 24 mil habitantes, distribuídos em cerca de 5,3 mil a 8,6 mil domicílios, perfil marcado por ocupações informais, renda predominante de um a dois salários mínimos e aproximadamente 43% dos lotes sem documentação regular. Arbid destacou ainda que cerca de 70% dessa população vota em Primavera do Leste.
Fonte: ALMT – MT


