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Músico e coreógrafo Rafael Cerigato apresenta repertório íntimo em espetáculo neste sábado (21), em Cuiabá

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Foto: Bruno Andrade / Assessoria

O já consagrado coreógrafo e ator musical mato-grossense Rafael Cerigato está dando voz a outro talento: o canto. E reapresenta o espetáculo “O Que me Rasga o Peito”, neste sábado (21), às 20 horas, na Caixa Cênica – espaço cultural localizado próximo à Praça Popular. Os ingressos antecipados estão sendo vendidos a R$ 40,00 (inteiro) e R$ 20,00 (meio), pelo telefone (65) 9 9310-2717. O show tem apoio da Superintendência de Integração, Cidadania e Cultura da ALMT (Assembleia Social).

‘O Que me Rasga o Peito’ pode ser considerado um espetáculo autobiográfico e apresenta canções consagradas da Música Popular Brasileira. No repertório, o artista canta músicas que marcaram a vida dele, traumas e momentos mais íntimos desde quando nasceu a paixão pela música, aos nove anos. Naquela época, o multiartista foi inspirado por seu pai, que sempre cantou e tocou violão em casa.

A banda que acompanhará Cerigato é formada por Kadmo Zambon (piano), João Reis (violão), Raphael Rabelo (baixo) e Rian de Paula (piano). A direção de cena e a cenografia são assinadas por Robson Oliveira, a direção musical é de Lígia Alves e a produção é de Bruno Andrade.

Cerigato começou nas artes pelo canto, quando ainda tinha 10 anos de idade, em um coral. “Eu canto antes de dançar. […] Cantei num coro muito tempo, cantei na igreja e aí fui fazer teatro, fui dançar e aí isso ficou um pouquinho parado”, explica o anfitrião.

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Entre 2011 e 2012, retomou a veia de cantor e um novo hiato dessa expressão artística aconteceu, sendo quebrado agora em 2023. O espetáculo “O Que me Rasga o Peito” estreou em maio deste ano e terá nova montagem, em sessão única, neste sábado.

“Esse é um show que nos rasga a alma, mas que também a costura, sabe? Fui profundamente tocada! Eu assisti à primeira montagem e indico para que todos vivam essa experiência. E a Assembleia Social tem a alegria de apoiar produções artísticas tão potentes da nossa terra”, convidou a superintendente Daniella Paula Oliveira.

É um espetáculo de canto e de poesia, mas que carrega toda a trajetória de expressão corporal de Rafael Cerigato. “Ela [a expressão corporal] está aqui, porque não se trata de um cantor, né? Trata-se de um ator, um artista de musical. Então, a interpretação das músicas é realmente muito voraz. Essas músicas escolhidas mexem comigo, mas da forma como eu mostro ao público, tem todo um aporte cênico”, contextualiza o artista.

O show é realizado pelo Espaço Roda – Arte e Expressão. A Caixa Cênica, local do espetáculo, fica na Rua Sírio Libanesa, número 48, bairro Popular. Na portaria, os ingressos custarão R$ 50,00 (inteiro) e R$25,00 (meio). Mais informações, pelo whatsapp (65) 9 9310-2717 (Espaço Roda).

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O nascimento do canto

Com apenas nove anos, em um órgão eletrônico, Cerigato aprendia a tocar suas primeiras canções de ouvido, sem não ter estudado música até então. Aos 10 anos, começou a cantar no coro da Escola de Música Maísa Nogueira.

Rafael Cerigato tocou e cantou na igreja, bandas e artistas, entre eles, ao lado de Juca de Mestre e seu Trompete, tocando rasqueado cuiabano. Foi vocalista de diversas bandas de pop rock no início dos anos 2000.

Depois de um tempo afastado da música, tempo em que se dedicou a outras vertentes artísticas, em 2012, volta ao canto com o projeto “Programa de Bolso”, em parceria com a Ana Rafaela, nas apresentações cuiabanas.

Serviço

Espetáculo musical O Que Me Rasga o Peito 

Data: Sábado (21), às 20h

Local: Caixa Cênica (Rua Sírio Libanesa, 48 – Bairro Popular, Cuiabá)

Mais informações: (65) 9 9310-2717 (Espaço Roda)

Ingressos:

Até o dia 20: R$ 20,00 meia e R$40,00 inteira, pelo whatsapp (65) 9 9310-2717

Na portaria do evento: R$ 25,00 meia e R$ 50,00 inteira

Fonte: ALMT – MT

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Comissão da ALMT avança em projetos para proteção do Pantanal, da fauna e dos recursos hídricos

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Celebrado nesta sexta-feira, 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente reforça a importância da preservação dos recursos naturais e da construção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável. Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Recursos Minerais e Direitos dos Animais Domésticos de Companhia tem contribuído para esse debate por meio da análise de projetos de lei e discussões sobre temas estratégicos, como proteção do Pantanal e a situação dos pescadores do estado.

De janeiro até a primeira semana de junho de 2026, o colegiado realizou três reuniões ordinárias e uma extraordinária e analisou 102 matérias. Além disso, a comissão promoveu, em maio, uma audiência pública para debater os impactos da Lei da Pesca.

Entre os projetos que tiveram parecer favorável aprovado pela comissão, destacam-se iniciativas voltadas à proteção do Pantanal, à preservação da fauna silvestre e à conservação dos recursos hídricos. Um deles é o Projeto de Lei (PL) nº 2076/2025, de autoria do deputado Beto Dois a Um (Podemos), que institui o Estatuto de Proteção Permanente do Pantanal Mato-grossense. A proposta estabelece diretrizes estaduais para prevenção e combate às queimadas, utilização de tecnologias de monitoramento ambiental, criação de brigadas comunitárias e elaboração de um plano estadual de resposta emergencial para enfrentar eventos extremos.

Foto: Karen Malagoli / Secretaria de Comunicação Social

Outro projeto que recebeu parecer favorável da comissão foi o PL nº 73/2022, do deputado Valdir Barranco (PT). O texto prevê a implantação de ecodutos para possibilitar a travessia segura da fauna sob rodovias, ferrovias e estradas. A medida busca reduzir o número de atropelamentos de animais silvestres e contribuir para a preservação da biodiversidade mato-grossense, especialmente em áreas de grande circulação e fragmentação de habitats naturais.

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Também se destaca a aprovação do PL nº 295/2026, de autoria do deputado Wilson Santos (PSD), que cria o Programa Estadual de Proteção e Combate à Poluição de Rios e Cursos d’Água. A proposta tem como objetivo fortalecer ações de preservação dos recursos hídricos e ampliar mecanismos de prevenção à degradação ambiental em bacias hidrográficas do estado.

Presidente da comissão, o deputado Eduardo Botelho (MDB) destacou que os trabalhos desenvolvidos no primeiro semestre reforçam o compromisso da Assembleia Legislativa com a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável. Segundo ele, o colegiado tem debatido temas estratégicos para o estado, como a proteção do Pantanal, os recursos hídricos, a política pesqueira, a prevenção das queimadas e a produção sustentável. “A comissão tem trabalhado muito neste primeiro semestre. Discutimos a questão do Pantanal, que era um assunto mais urgente e fomos in loco, inclusive com o pessoal da Sema e do Corpo de Bombeiros, fazer uma visita na região”, afirmou.

A audiência pública promovida pela comissão teve como objetivo discutir os impactos da Lei Estadual nº 12.197/2023, conhecida como Transporte Zero. O encontro reuniu representantes das 22 colônias de pescadores de Mato Grosso, parlamentares, integrantes do governo estadual e membros da cadeia produtiva da pesca para avaliar os efeitos sociais, econômicos e ambientais da legislação.

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Para Botelho, o debate sobre a pesca demonstra a preocupação da comissão em buscar soluções equilibradas para questões que envolvem meio ambiente e desenvolvimento econômico. “Neste semestre, começamos a debater o Transporte Zero do pescado, realizando uma audiência pública muito importante e concorrida, na qual buscamos alternativas positivas para o setor”, destacou.

O parlamentar reforçou ainda que Mato Grosso tem papel estratégico na produção de alimentos e na preservação ambiental, sendo referência nacional e internacional nesses dois segmentos. “Nesta data comemorativa do Meio Ambiente, faço um chamado para que possamos unir esforços, governo, setor produtivo, comunidade científica e sociedade civil, em favor de políticas públicas equilibradas, responsáveis e sustentáveis. Preservar o meio ambiente não é impedir o desenvolvimento. Preservar o meio ambiente é garantir que o desenvolvimento continue sendo possível”, afirmou.

Atualmente, a Comissão de Meio Ambiente da ALMT é presidida pelo deputado Eduardo Botelho e tem como vice-presidente Carlos Avallone (PSDB). Também integram o colegiado, como membros titulares, os deputados Nininho (Republicanos), Valmir Moretto (Republicanos) e Wilson Santos.

Fonte: ALMT – MT

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