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Servidores são capacitados para adoção de novo sistema de tramitação de projetos legislativos
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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio da Secretaria Parlamentar da Mesa Diretora, promoveu a capacitação “Técnica Legislativa na Prática: Construção e Tramitação no e-Legis” nesta segunda-feira (24). O e-Legis é um sistema eletrônico de tramitação dos processos legislativos desenvolvido pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN).
A formação foi ministrada pela técnica jurídica das comissões da ALRN, Fernanda Azevedo. “Nesse intercâmbio de hoje, o objetivo foi mostrar a funcionalidade do sistema, não o trâmite em si, porque o trâmite da ALMT é diferente do nosso. Então, hoje apresentei as possibilidades que existem dentro da plataforma. Para a implementação, o sistema será todo adaptado para seguir o andamento previsto no regimento de vocês”, disse Fernanda Azevedo.
“Com o e-Legis, todo o processo é feito dentro do sistema, da confecção do projeto de lei até a deliberação do plenário. Então, o projeto vai sair do gabinete, tramitar para Secretaria Parlamentar da Mesa, receber todos os despachos previstos no regimento interno, passar pelas comissões e depois pelo plenário”, ilustrou.
As vantagens da plataforma incluem maior transparência e segurança jurídica. “As votações são feitas de forma eletrônica com reconhecimento facial. Os processos não se perdem, como pode acontecer com o papel. Todos podem visualizar em tempo real todo o andamento de um projeto. Existe um módulo de transparência que a população pode acessar, onde pode acompanhar o trâmite”, destacou a técnica jurídica.
A capacitação é mais uma etapa do processo de colocar em funcionamento o sistema e-Legis na Casa de Leis. Todas as ações foram acompanhadas pela Secretaria de Serviços Legislativos e pela Secretaria de Tecnologia da Informação, que participam diretamente da adaptação dos fluxos e da adequação técnica necessária para a futura entrada do sistema na ALMT.
A plataforma está sendo implementada por meio de termo de cooperação técnica firmado com a ALRN, referência nacional em processos legislativos digitais e na organização dos fluxos internos das comissões. Como parte desse processo, a técnica jurídica das comissões da ALRN, Fernanda Azevedo, acompanhará as reuniões das comissões permanentes desta terça (25) e participará da sessão plenária na quarta (26). O objetivo é identificar boas práticas e ajustes necessários para a implantação do e-Legis e verificar a articulação das comissões com o plenário.
A medida demonstra que a Assembleia Legislativa de Mato Grosso avança no compromisso de aprimorar o processo legislativo, modernizar sistemas e promover capacitação contínua. Dessa forma, é assegurado um Parlamento mais eficiente, transparente e alinhado às melhores práticas nacionais.
Fonte: ALMT – MT
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Site da ALMT reúne informações que podem inspirar pautas para o II Prêmio de Jornalismo
Quem pretende participar do II Prêmio ALMT de Jornalismo – Troféu Parlamento pode utilizar os canais oficiais da ALMT como fontes de pesquisa e inspiração para a produção de reportagens. Além da TV e da Rádio Assembleia, o portal da instituição reúne projetos em tramitação, legislação, atas de sessões e audiências públicas, Ordem do Dia, Diário Oficial Eletrônico e Portal da Transparência.
Com o tema “Onde a lei nasce, a cidadania cresce”, a segunda edição busca estimular produções que mostrem como a atuação do Legislativo repercute na vida dos mato-grossenses. Os três melhores trabalhos de cada uma das cinco categorias receberão R$ 30 mil, R$ 20 mil e R$ 10 mil, respectivamente, além de troféus para os primeiros colocados e placas de homenagem para os demais premiados.
O secretário parlamentar da Mesa Diretora da ALMT, Eduardo Lustosa, destaca que os jornalistas podem utilizar o portal desde o início da apuração. Projetos de lei, propostas de emenda à Constituição, requerimentos, indicações e outras proposições podem reunir, além do texto, justificativas, pareceres, emendas e o histórico de tramitação.
“Quando um deputado protocola um projeto, ele já fez, na justificativa, um diagnóstico com dados, referência a casos concretos e, muitas vezes, com a origem da demanda”, explica. Para Lustosa, acompanhar uma proposição desde o protocolo permite identificar uma pauta antes de sua votação.
O menu Parlamento também reúne atas de sessões plenárias e de audiências públicas, informações sobre as proposições apresentadas e votadas em plenário, além da Ordem do Dia. Esses documentos permitem consultar registros de debates, declarações, dados e manifestações de diferentes segmentos da sociedade. “Quem lê uma ata de audiência sai com uma pauta e com pelo menos três entrevistados possíveis”, afirma o servidor.
A legislação estadual pode ser pesquisada por palavras ou expressões e por filtros como tipo de norma, ano, autor e assunto. O recurso permite localizar leis e ampliar a apuração sobre determinado tema, inclusive para verificar se uma norma está em vigor, se foi regulamentada e como vem sendo aplicada.
Outras fontes disponíveis são o Diário Oficial Eletrônico e o Portal da Transparência, com dados sobre atos administrativos, orçamento, contratos, folha de pagamento e outros dados de gestão. Quando uma informação não está publicada, o jornalista pode recorrer ao e-SIC e à Ouvidoria.
Para Lustosa, o acesso a documentos oficiais fortalece o jornalismo e contribui para o controle social. “O jornalista é o mediador entre a norma e a pessoa afetada por ela e cumpre uma função de controle social que nenhuma assessoria institucional pode substituir”, afirma.
Na primeira edição do prêmio, foram inscritos 293 trabalhos de 19 municípios mato-grossenses. Nesta segunda edição, a avaliação será feita por profissionais de comunicação com atuação em veículos e instituições de alcance nacional, entre eles representantes da TV Câmara, TV Senado, Rádio Câmara, União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) e Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).
Para o secretário adjunto de Comunicação da ALMT, José Marques, o prêmio também representa um incentivo à produção jornalística de qualidade. “Queremos estimular os profissionais a olhar para o Parlamento para além da notícia do dia, buscar boas histórias e mostrar, com informação e apuração, como o trabalho legislativo interfere na vida da população. O reconhecimento é uma forma de valorizar quem transforma a atuação parlamentar em informação para a sociedade”, afirmou.
Com prêmios de R$ 30 mil, R$ 20 mil e R$ 10 mil em cada categoria, o II Prêmio ALMT de Jornalismo está aberto a profissionais e estudantes que tenham uma boa história para contar. As inscrições seguem até 9 de novembro.
Fonte: ALMT – MT



