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Wilson Santos celebra investimentos para 136 municípios com o Novo PAC Saúde

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD) participou, nesta segunda-feira (7), de evento promovido pelo ministro da Agricultura e Pecuária (MAPA), Carlos Fávaro, que anunciou os 136 municípios pré-selecionados para receber investimentos por meio do Novo PAC Seleções – Saúde. A cerimônia reuniu prefeitos, vereadores, secretários e diversas autoridades, sendo uma iniciativa estratégica para o fortalecimento das políticas públicas de saúde em Mato Grosso.

Em seu discurso, o parlamentar destacou a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) como conquista da Constituição de 1988, que estabeleceu o acesso à saúde como um direito de todos. Ele lembrou que, diferentemente de países como os Estados Unidos, onde o acesso à saúde depende de planos particulares, o SUS atende aproximadamente 80% da população brasileira, oferecendo procedimentos de alta complexidade que, em hospitais privados, chegam a custar entre R$ 300 mil e R$ 500 mil.

“O Brasil vem avançando. As coisas estão melhorando na área da saúde. Este ato do governo federal, que traz investimentos para os municípios de Mato Grosso, é muito relevante. Parabenizo o ministro Fávaro por capitanear o Novo PAC Seleções, que não só foca na saúde, mas também contempla outras áreas como educação e infraestrutura, com foco no bem-estar e qualidade de vida da população”, declarou Wilson Santos.

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O ministro Carlos Fávaro agradeceu a presença das lideranças políticas de municípios distantes da capital Cuiabá. “Estamos aqui em uma reunião de trabalho para encaminhar políticas públicas federais em parceria com os municípios mato-grossenses. O Novo PAC Seleções representa a presença forte do governo federal em ações que impactam diretamente na vida das pessoas”, ressaltou.

O secretário da Presidência da República, Valternir Pereira, também destacou o engajamento dos gestores municipais. “Estamos aqui trabalhando para melhorar a vida das pessoas e vocês são nossos parceiros. Prefeitos, vereadores, vice-prefeitos e secretários que pensam no cidadão e trabalham por melhorias concretas”, afirmou.

Entre os 142 municípios mato-grossenses, 136 apresentaram projetos que passaram por avaliação técnica e foram contemplados com investimentos para reforçar a estrutura da saúde municipal. Os benefícios incluem equipamentos para Unidades Básicas de Saúde (UBS), kits de telesaúde, construção de Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), unidades odontológicas, aquisição de mobiliário, ambulâncias para o SAMU e construção de policlínicas.

O Novo PAC Seleções – Saúde prevê investimentos de R$ 31,5 bilhões em 2025, abrangendo todo o território nacional. Além da saúde, o programa também contempla áreas como educação e infraestrutura, visando garantir serviços públicos de qualidade e com infraestrutura adequada para atender à população.

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Fonte: ALMT – MT

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Lei estadual reforça responsabilidade de mães e pais na criação dos filhos

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Uma nova legislação aprovada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e sancionada em junho deste ano reforça um tema que começa dentro de casa, mas envolve toda a sociedade: a responsabilidade compartilhada de mães e pais na criação dos filhos. A Lei nº 13.455, de 16 de junho de 2026, institui a Campanha Parentalidade Responsável, com o objetivo de ampliar a conscientização sobre a importância da participação de mães e pais na formação das crianças e divulgar direitos já previstos na legislação.

Entre os princípios que deverão nortear as ações da campanha estão a proteção integral e o melhor interesse da criança; a igualdade de direitos e deveres de mães e pais em relação à educação, à criação e ao sustento dos filhos; a função social das empresas; e o incentivo à maternidade e à paternidade responsáveis.

Para a psicóloga Michelle de Oliveira, especialista em desenvolvimento infantil, falar sobre parentalidade responsável não significa cobrar dos pais um comportamento perfeito. O mais importante é compreender o papel da presença, do afeto, da segurança e dos limites na formação da criança.

“A parentalidade responsável é o que vai contribuir para o desenvolvimento saudável de uma criança, porque é dentro dessa relação familiar que ela começa a construir a sua visão de mundo, de si mesma e das pessoas que a cercam”, explicou.

Michelle ressalta que uma criança que cresce em um ambiente no qual se sente protegida, amada e orientada tende a desenvolver recursos importantes para a vida, como autoestima, autonomia, capacidade para lidar com frustrações e mais segurança em suas próprias relações.

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Esse cuidado também passa pelo estabelecimento de limites. Para a psicóloga, educar significa ensinar e, por isso, afeto e orientação precisam caminhar juntos. “A criança precisa do amor, mas também precisa de limite e de referências. O ‘não’, dito de forma respeitosa e com cuidado, é uma das coisas que as crianças precisam ouvir e entender”, afirmou.

Licenças e responsabilidades – A campanha instituída pela lei também prevê a divulgação de informações relacionadas ao Programa Empresa Cidadã, criado pela Lei Federal nº 11.770/2008.

De acordo com a norma estadual, deverão ser divulgadas informações sobre os benefícios previstos para as empresas que concedem aos funcionários a prorrogação da licença-maternidade por mais 60 dias e da licença-paternidade por 15 dias, bem como sobre a possibilidade de redução da jornada de trabalho em 50% pelo período de 120 dias. Essa divulgação deverá ocorrer por meio de cartazes, redes sociais e sites oficiais dos órgãos públicos estaduais.

Na avaliação da psicóloga, ampliar o período disponível para que mães e pais se adaptem à chegada de um filho pode contribuir positivamente para a saúde emocional da família, embora a ampliação da licença, isoladamente, não seja garantia de melhora da saúde mental.

“O benefício está principalmente em permitir que esses pais tenham mais tempo para adaptação, criação de vínculo e organização da rotina, principalmente nesse período inicial”, esclareceu.

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Segundo ela, o nascimento de uma criança provoca mudanças emocionais, físicas e profissionais, além de alterações na dinâmica do casal, e dispor de mais tempo pode reduzir a pressão de conciliar imediatamente os cuidados com o bebê e as demandas do trabalho.

Michelle destaca ainda que uma divisão mais equilibrada das responsabilidades pode diminuir a sobrecarga dentro de casa. Nesse contexto, a participação do pai desde o início da vida da criança tem papel importante e não deve ser entendida apenas como uma forma de “ajudar” a mãe.

“O pai não está ajudando, ele está exercendo a sua parentalidade”, assegurou. Para ela, cuidados cotidianos com o bebê também representam oportunidades para a construção de vínculo e permitem que o pai desenvolva mais segurança e proximidade com o filho.

A psicóloga observa que ainda persiste a ideia de que os cuidados nos primeiros meses são uma responsabilidade predominantemente materna. Mudar essa percepção, segundo ela, beneficia não apenas a mãe, pela redução da sobrecarga, mas também a criança e toda a dinâmica familiar.

“O pai também é cuidador, também educa, também acolhe e também constrói vínculo. Essa presença não pode ser pensada apenas quando a criança começa a falar, andar ou brincar. Ela precisa começar desde os primeiros meses de vida”, reforçou.

Fonte: ALMT – MT

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