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CI debate compartilhamento de infraestrutura por empresas concessionárias

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A Comissão de Infraestrutura (CI) delibera nesta terça-feira (1º), a partir das 9h, sobre três propostas legislativas e quatro requerimentos. Na pauta está o Projeto de Lei (PL) 3.220/2019, que trata da utilização e do compartilhamento de infraestrutura — como postes, dutos, condutos e servidões — por empresas prestadoras de serviços públicos, incluindo telecomunicações e energia elétrica. 

Do senador Weverton (PDT-MA), o texto, que altera a Lei  9.472, de 1997, já foi debatido em audiência pública realizada em maio e tem relatório favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC), na forma de um substitutivo. A matéria ainda será analisada de forma terminativa pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). 

Petróleo e gás

A comissão também poderá votar o Projeto de Lei Complementar (PLP) 154/2023, do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), que muda a Lei de Responsabilidade Fiscal para assegurar maior transparência na destinação dos recursos oriundos da exploração de petróleo e gás natural. 

O relator, senador Fernando Dueire (MDB-PE), recomenda a aprovação com emendas. Após passar pela CI, a proposta ainda será analisada pela Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC). 

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Outro item da pauta é o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 3/2025, que cria a Frente Parlamentar da Economia do Mar – Setor Náutico. Do senador Esperidião Amin, o texto tem parecer favorável do relator, senador Lucas Barreto (PSD-AP), e tem objetivo de incentivar políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do setor náutico, com foco em turismo, pesca, transporte e indústria naval. 

Requerimentos 

Quatro requerimentos também estão na pauta. O REQ 52/2025 – CI solicita audiência pública para discutir a modelagem da concessão da BR-364, entre os municípios de Rondonópolis (MT) e Jataí-Rio Verde (GO). A iniciativa é do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO). 

Já o REQ 55/2025 – CI, dos senadores Marcos Rogério (PL-RO) e Esperidião Amin, pede audiência pública sobre a situação orçamentária das agências reguladoras federais. Segundo eles, a discussão é necessária diante dos impactos da atual conjuntura sobre a capacidade regulatória do Estado e a prestação de serviços públicos essenciais. 

Outros dois requerimentos (REQ 53/2025 – CI e REQ 54/2025-CI), dos senadores Eduardo Gomes (PL-TO) e Cleitinho (Republicanos-MG), respectivamente, pedem a inclusão dos nomes de convidados para audiências públicas que já marcadas.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova regras gerais para o diagnóstico precoce de câncer de pulmão no SUS

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que estabelece diretrizes nacionais para o rastreamento e diagnóstico precoce do câncer de pulmão no Sistema Único de Saúde (SUS).

A proposta tem como objetivo reduzir as taxas de mortalidade e aumentar a sobrevida dos pacientes por meio da detecção antecipada da doença, que é a principal causa de morte por câncer no Brasil.

Para a autora do projeto, deputada Flávia Morais, a medida é urgente devido ao impacto econômico e social do diagnóstico tardio, que eleva custos assistenciais e causa perdas significativas de produtividade.

Texto aprovado
Foi aprovada a versão do relator, deputado Geraldo Resende (PSDB-MS), que ajustou a proposta original – Projeto de Lei 2550/24, da deputada Flávia Morais (PDT-GO) – para adaptar o texto à legislação já existente.

O substitutivo estabelece como diretrizes o desenvolvimento de ações educativas, a capacitação permanente de profissionais de saúde, o uso de estratégias de saúde digital e o estímulo à busca ativa de grupos de alto risco na atenção primária.

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A principal mudança em relação à proposta original é a flexibilização dos critérios técnicos no texto da lei. Enquanto o projeto recomendava especificamente a realização anual de tomografia computadorizada de baixa dose para indivíduos de alto risco entre 50 e 80 anos, o substitutivo aprovado removeu esse detalhamento operacional.

A intenção, segundo o relator, é evitar o “engessamento” da prática médica e permitir que as ações a serem adotadas simplesmente sigam protocolos clínicos e processos de incorporação de tecnologias em saúde do Ministério da Saúde.

O texto também prevê a integração das ações de identificação precoce com programas de cessação do tabagismo, em consonância com a Política Nacional de Controle do Tabaco.

Próximas etapas
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para se tornar lei, o texto precisa da aprovação da Câmara e do Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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