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Cleitinho defende Bolsonaro e diz que votará contra recondução de Gonet

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (11), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) afirmou que a direita precisa superar divergências internas e se unir em torno da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar criticou as “brigas entre aliados” e declarou que a prioridade, neste momento, deve ser o ex-presidente, em prisão domiciliar após ser condenado a 27 anos de prisão por golpe de estado e outros quatro crimes.

— Essa briga, quem está vendo de camarote e rindo, é o inimigo. Está fazendo 100 dias que o Bolsonaro está preso. E a prioridade aqui é falar de campanha de senador, de campanha de governador, de campanha de presidente…. […] Neste momento, todos nós, de direita, temos que estar unidos, defendendo a honra do Bolsonaro dessa covardia de julgamento que vão fazer com ele e não deixar que ele seja preso. Não pensem em eleição sem Bolsonaro. […] É isso que a gente tem que fazer — disse Cleitinho.

O senador também afirmou que votará contra a recondução de Paulo Gonet ao cargo de procurador-geral da República. Segundo o parlamentar, o procurador foi “omisso” em relação às ações que envolvem os atos de 8 de janeiro. Cleitinho pediu que os senadores apoiados por Bolsonaro votem contra a recondução.

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— Eu vou votar contra ele. Estou fazendo campanha contra ele, por mais que ele tenha poder para me julgar, para me condenar por eu ter falado a verdade. Se todos os senadores tiverem o posicionamento que estou tendo aqui, a gente barra o Paulo Gonet e não o deixa continuar sendo procurador-geral da República — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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