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Comissão aprova estágio de estudantes de enfermagem no Corpo de Bombeiros em todo o país

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3420/23, que autoriza estudantes de cursos de enfermagem, tanto de nível técnico quanto de graduação, a realizarem estágio no Corpo de Bombeiros Militar dos estados e do Distrito Federal.

Os estudantes poderão atuar em quartéis e outras unidades onde haja prestação de serviços de saúde, sempre com acompanhamento de um supervisor técnico. O estágio contará para a formação acadêmica do aluno. O PL 3420/23 é de autoria do deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA).

Por recomendação da relatora, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), o texto aprovado foi o substitutivo elaborado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, que analisou o projeto anteriormente.

A proposta inicial previa a realização do estágio apenas no Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. O substitutivo, apresentado pelo deputado Coronel Meira (PL-PE), estende a possibilidade para todo o país.

“A alteração contribui para a formação de mais estagiários, que terão a oportunidade de lidar com as situações que ocorrem e demandam a atuação dos profissionais de enfermagem. Assim, entrarão no mercado de trabalho com maior qualificação e experiência”, disse Alice Portugal.

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Próximos passos
O projeto ainda vai ser analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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Projeto libera fundos de pensão de limite de juros em empréstimos

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O Projeto de Lei 237/26 afasta o limite de juros para empréstimos dos fundos de pensão aos seus participantes. O texto em análise na Câmara dos Deputados impede a aplicação da Lei da Usura, que prevê taxa máxima de 12% ao ano.

Segundo o deputado Tadeu Veneri (PT-PR), autor da proposta, a ideia é proteger as futuras aposentadorias. Ele afirma ainda que entidades fechadas de previdência complementar não buscam lucro, mas precisam rentabilizar os seus recursos.

Tadeu Veneri ressalta que, atualmente, a Justiça tem limitado os juros cobrados pelos fundos de pensão a 12% ao ano. Para ele, isso ameaça o equilíbrio dos planos de benefícios e pode resultar em contribuições extras dos participantes.

Alteração em lei
A proposta altera a Lei 14.905/24, que trata da aplicação de juros e correção monetária nos contratos, para incluir os fundos de pensão na lista de exceções à Lei da Usura. Hoje, bancos e outras instituições financeiras integram a relação.

“A submissão às restrições da Lei da Usura desvirtua a função institucional dessas entidades, inviabiliza a rentabilização dos ativos e reduz a capacidade de cumprir as metas atuariais”, diz Tadeu Veneri.

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Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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