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Comissão aprova projeto que obriga lojas a informar consumidores sobre exigências para dirigir ciclomotores

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A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou projeto que obriga lojas que vendem ciclomotores a informar o consumidor sobre a necessidade de registrar e licenciar esses veículos para conduzi-los.

O Projeto de Lei 5479/23, do deputado Romero Rodrigues (Pode-PB), determina que as informações sejam dadas por escrito e de forma clara, incluindo avisos sobre a necessidade de registro e licenciamento no órgão de trânsito, além de itens de segurança.

O objetivo é resolver o problema de ciclomotores circulando sem registro, o que, segundo o autor, causa acidentes e infrações. A proposta prevê punição para as lojas que não cumprirem a regra.

Parecer favorável
O relator, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), defendeu a aprovação do projeto. “Esses esclarecimentos, quando apresentados de forma acessível, podem realmente proteger os consumidores de possíveis multas, penalidades ou mesmo acidentes.”

Pela Resolução 996/23, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), ciclomotor é o veículo de duas ou três rodas, com motor de combustão interna de até 50 cm³ ou motor elétrico de até 4 kW, limitado a uma velocidade máxima de fabricação de 50 km/h.

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Pela legislação atual, para pilotar um ciclomotor é preciso habilitação na categoria A, para motocicletas, ou uma autorização ACC, específica para esse tipo de veículo.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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Motta cria comissão para analisar projeto que amplia limite de faturamento do MEI

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O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou uma comissão especial para analisar o projeto que aumenta o limite de faturamento do microempreendedor individual (MEI).

O Projeto de Lei Complementar 108/21, do Senado, eleva para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como MEI. A proposta ainda autoriza o MEI a contratar até dois empregados. Motta indicou o deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC) para relatar a proposta e a deputada Any Ortiz (Cidadania-RS) para presidir o colegiado.

De acordo com o presidente, todos os setores serão ouvidos, e haverá um amplo debate sobre o tema. “Sabemos que é uma medida que tem um forte impacto fiscal, mas gera emprego, renda e arrecadação. Se é urgente para o povo, é urgente para a Câmara”, afirmou Motta, por meio de suas redes sociais.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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