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Comissão debate interdição de ponte sobre o rio Jequitinhonha na BR-101, na Bahia

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A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados promove, nesta segunda-feira (9), audiência pública para discutir a interdição da ponte sobre o Rio Jequitinhonha, localizada na BR-101, no município de Itapebi (BA).

O debate atende a pedido do deputado Neto Carletto (Avante-BA) e será realizado a partir das 15 horas. O local ainda será definido.

A audiência será interativa, confira a lista de convidados e mande suas perguntas.

Entenda o caso
O tráfego na ponte foi interditado no início de maio para a realização de avaliação da estrutura. A previsão do governo da Bahia é reabrir a ponte para o tráfego de veículos leves no próximo dia 20 de junho.

O parlamentar explica que a interdição causa transtornos à população e aos caminhoneiros. Como alternativa, motoristas precisam seguir rotas longas, com trechos não pavimentados.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova limite para atuação de empresas em juizados especiais

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4239/23, do deputado Acácio Favacho (MDB-AP), que limita a atuação de empresas em processos nos juizados especiais cíveis. A proposta proíbe o pedido contraposto por pessoas jurídicas que não podem entrar com ação nesses juizados.

Pedido contraposto é quando a parte processada aproveita o mesmo processo para fazer uma cobrança ou outro pedido contra quem entrou com a ação.

Podem entrar com ações nos juizados especiais: pessoas físicas, microempreendedores individuais, microempresas, empresas de pequeno porte, organizações da sociedade civil de interesse público e sociedades de crédito ao microempreendedor.

O texto segue para o Senado, se não houver recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

O relator, o deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), recomendou a aprovação da proposta. Segundo ele, a mudança mantém a coerência das regras dos juizados, que seguem critérios como simplicidade, informalidade, economia processual e rapidez.

“A questão que se põe é que muitas pessoas jurídicas, inclusive de grande porte, se aproveitam de tal possibilidade para efetuarem diversos tipos de cobrança, como, por exemplo, contas de usuário”, afirma o parlamentar.

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Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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