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Congresso vai homenagear empresário cearense Edson Queiroz

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O Congresso Nacional promove na quarta-feira (9), a partir das 9h, uma sessão solene para homenagear o centenário de nascimento do empresário Edson Queiroz. O requerimento para a homenagem (REQ 6/2025-Mesa) foi apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) e pela deputada federal Fernanda Pessoa (União-CE).

De acordo com Girão, Edson Queiroz foi um dos maiores empresários da história do Brasil. O senador afirma que a trajetória de vida e o legado do empresário merecem “ser amplamente reconhecidos”. Segundo Girão, o Grupo Edson Queiroz atua hoje em áreas estratégicas como energia, indústria, comunicação e educação.

Entre as empresas que Edson Queiroz ajudou a fundar estão a Universidade de Fortaleza (Unifor), a Minalba Brasil e o Sistema Verdes Mares de Comunicação – principal grupo de comunicação do estado do Ceará. O empresário nasceu no dia 12 de abril de 1925, em Pacatuba (CE), e morreu em 8 de junho de 1982, vítima de um acidente aéreo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Izalci critica acordo para salvar BRB e cobra apuração de prejuízos

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (9), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o acordo para salvar o BRB (Banco de Brasília) e afirmou que os custos da operação serão transferidos à população do Distrito Federal. De acordo com o senador, o Governo do Distrito Federal assumirá obrigações financeiras por até 15 anos para fazer frente aos prejuízos decorrentes de investimentos realizados pela instituição na tentativa de compra do Banco Master, barrada pelo Banco Central.

Segundo Izalci, o acordo prevê um aporte de R$ 8,8 bilhões no banco, valor que, segundo seus cálculos, é incompatível com o patrimônio atual do BRB. O senador também afirmou que ainda existem incertezas sobre a recuperação de parte dos ativos envolvidos na operação e questionou a falta de acesso a relatórios de auditoria produzidos para analisar as operações do banco.

— Estamos investindo R$ 8 bilhões num patrimônio que hoje vale R$ 3 bilhões. Isso sem considerar, ou considerando, que realmente os R$ 8 bilhões vão resolver o problema, e não vão, vão simplesmente pagar o prejuízo dessa roubalheira toda que foi feita — declarou.

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O senador também criticou a utilização de recursos públicos para viabilizar o acordo e afirmou que o comprometimento de receitas futuras poderá impactar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública no Distrito Federal. Na avaliação de Izalci, a destinação de recursos para cobrir os prejuízos poderá restringir a capacidade do governo local de ampliar gastos e investimentos nessas áreas nos próximos anos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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