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Damares critica prisão de Bolsonaro e pede foco no Banco Master

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Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (24), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) criticou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, que aconteceu no último sábado (22). Ela declarou que a medida foi desnecessária e indevida. Damares também pediu que os senadores tenham foco nas investigações sobre o Banco Master.

A senadora informou que um relatório produzido por seu gabinete subsidiou o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa de Bolsonaro.

A prisão do presidente Bolsonaro foi desnecessária. Aqui no Senado, nesta semana, vamos ter de ter muita serenidade para conduzir outros debates. Temo que essa prisão tenha vindo exatamente para nos desviar do foco de debates muito importantes, um deles sobre o Banco Master. Vamos nos manter no equilíbrio e com sabedoria, e vamos ter cuidado também com as acusações em relação ao Banco Master — afirmou.

Damares defendeu a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar as operações do Banco Master, que, segundo ela, resultaram em prejuízos a fundos de pensão e investidores. A senadora ressaltou a importância de uma apuração técnica que identifique a origem dos chamados “papéis podres” e os possíveis responsáveis por irregularidades nas negociações.

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Queremos entender quem enganou os fundos de pensão no país. Não podemos agora criminalizar os fundos; precisamos entender quem vendeu o conto da sereia para esses fundos, quem levou tanta gente ao erro e à corrupção, quem foi o autor das ideias mirabolantes de criar os papéis podres — declarou ela.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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