POLITÍCA NACIONAL
Distribuição de cordões de girassol pelo SUS vai a Plenário
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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (17) proposta da Câmara dos Deputados que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a distribuir o cordão de fita com desenhos de girassóis para identificar pessoas com deficiências ocultas. O texto recebeu parecer favorável do senador Plínio Valério (PSDB-AM) e segue agora para a análise do Plenário.
Já aprovado também pela Comissão de Direitos Humanos (CDH), o PL 2.621/2023, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146, de 2015) para prever, entre os serviços de saúde pública a pessoas com deficiência, a distribuição do cordão de fita com desenhos de girassóis para a identificação de deficiências ocultas.
Para Plínio Valério, a pessoa com deficiência que não apresenta características visíveis muitas vezes não é reconhecida pela sociedade como pessoa com deficiência, o que a expõe a constrangimentos e limitações ao tentar exercer seus direitos.
— A medida apresenta baixo impacto orçamentário e favorece o bem-estar social e psicológico das pessoas com deficiência oculta. O fornecimento do cordão pode ser operacionalizado de forma simples nas unidades básicas ou especializadas de saúde e em campanhas educativas, fortalecendo a percepção da população e dos profissionais sobre a importância da empatia e do respeito às diferenças — disse Plínio Valério.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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Recém-empossado, Renzo Braz promete trabalhar pelo setor produtivo
O recém-empossado senador Renzo Braz (PP-MG), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (7), defendeu o fortalecimento do setor produtivo e o apoio aos municípios de Minas Gerais para garantir o desenvolvimento econômico do estado. O parlamentar destacou sua experiência como empresário e argumentou que é necessária a adoção de medidas de responsabilidade fiscal, redução da burocracia e estímulo à geração de emprego e renda.
— Como empresário, conheço o setor produtivo, as dificuldades diárias que o empregador precisa enfrentar. Sei o que é abrir uma empresa, assinar a carteira de trabalho, pagar a folha no quinto dia útil e sentir na pele o peso sufocante dos impostos e da burocracia que travam aqueles que querem produzir e gerar emprego e renda neste país — afirmou.
O senador citou como prioridades a agropecuária, a cafeicultura, a mineração e a indústria, além de investimentos em infraestrutura e segurança hídrica.
— Radicalismo, polarização e disputa no campo político apenas tiram o foco do que é mais importante: trabalhar para o crescimento do Brasil. Precisamos de equilíbrio para dialogar com firmeza e destravar os problemas reais do nosso país — declarou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado



