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Dra. Eudócia destaca lei para prevenção de partos prematuros

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A senadora Dra. Eudócia (PL-AL) celebrou a aprovação do projeto de lei, relatado por ela, que cria ações nacionais de enfrentamento ao parto prematuro (PL 1.764/2024). Segundo ela, o objetivo é ampliar a atenção à saúde neonatal e dar visibilidade ao tema. O projeto também institui o “Novembro Roxo”, para campanhas de conscientização, e estabelece o Dia Nacional da Prematuridade em 17 de novembro. 

A senadora apontou que o nascimento prematuro é a principal causa de mortalidade neonatal no mundo e que o projeto busca fortalecer políticas públicas voltadas ao cuidado com os bebês prematuros e suas famílias. O parto é considerado prematuro quando o bebê nasce com menos de 37 semanas de gestação.

— Os bebês que nascem [prematuros] enfrentam riscos significativos: maior vulnerabilidade a infecções, dificuldades respiratórias, complicações neurológicas e sequelas ao longo do desenvolvimento — disse.

Dra. Eudócia listou as diretrizes previstas na nova lei, como:

  • Capacitação de profissionais de saúde em reanimação neonatal
  • Garantia de presença dos pais durante a internação
  • Atendimento psicológico às famílias
  • Acompanhamento especializado dos bebês até os dois anos de idade
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Segundo ela, a iniciativa cria uma agenda permanente de mobilização e responsabilidade pública em torno da saúde neonatal.

— São políticas públicas estruturantes que impactam diretamente os indicadores de saúde materno-infantil, a redução da mortalidade e a promoção de um início de vida digno para milhares de brasileiros — declarou.

O PL 1.764/2024 foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) no início do mês e agora terá votação no Plenário. O projeto veio da Câmara dos Deputados, onde a autora foi a ex-deputada Carmen Zanotto (SC).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova projeto que retira termo “menor” do Estatuto da Criança e do Adolescente

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A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5972/25, que determina a substituição do termo “menor” e de suas variantes no Estatuto da Criança e do Adolescente. A proposta prevê que a expressão seja substituída por termos equivalentes sempre que se referir a crianças ou adolescentes.

A relatora do projeto, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), recomendou a aprovação da medida. Ela disse que a atualização da terminologia é necessária para afastar preconceitos.

“O termo ‘menor’ carrega uma herança histórica de estigmatização e criminalização da infância e da juventude no Brasil”, afirmou Laura Carneiro. Ela destacou ainda que a expressão é um resquício do já revogado Código de Menores, que institucionalizou respostas punitivas e classificatórias a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

A proposta, apresentada pela deputada Ana Paula Lima (PT-SC), fundamenta-se em iniciativas como a campanha nacional #NãoÉMenor, que busca desconstruir o uso inadequado do termo nos meios de comunicação e em espaços públicos. O objetivo é que futuras leis e normas aprovadas pelo Congresso Nacional também deixem de utilizar a terminologia.

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Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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