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Esperidião Amin alerta para dificuldades em universidades federais de SC

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Durante discurso no Plenário do Senado nesta terça-feira (1º), o senador Esperidião Amin (PP-SC) expressou preocupação com a situação financeira de duas universidades federais de Santa Catarina: a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), com sede em Chapecó. Segundo o parlamentar, ambas enfrentam dificuldades estruturais, como falta de professores e compressão curricular. Ele elogiou a maturidade dos estudantes da UFFS nas reivindicações por melhorias.

— A educação precisa de uma revisão. Neste momento em que a tarefa sobre o Plano Nacional de Educação é nossa, do Senado, nós temos que avaliar formas de ajudar as nossas universidades federais — defendeu Esperidião Amin, destacando o trabalho de qualidade desenvolvido no interior catarinense e nos estados vizinhos, Paraná e Rio Grande do Sul.

O senador aproveitou para destacar uma experiência bem-sucedida do Instituto Federal Catarinense, em Concórdia, onde uma pesquisa financiada por emenda parlamentar conseguiu converter plástico em combustível. Segundo ele, a iniciativa demonstra o potencial das instituições federais de ensino na geração de soluções inovadoras e sustentáveis.

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“Perdeu, mané”

Esperidião Amin também comentou o julgamento de Débora Rodrigues dos Santos, que escreveu com batom a frase “Perdeu, mané” em estátua da Justiça, no Supremo Tribunal Federal (STF). Criticando a pena sugerida de 14 anos de prisão, o senador afirmou que o episódio representa um exagero e celebrou o posicionamento do ministro Luiz Fux como um sinal de moderação.

— Ministro Luiz Fux, ao dizer que vai analisar, que não concorda com esse propósito de dar 14 anos de cadeia para a Sra. Débora, nos oferece o primeiro momento de perspectiva de autocontenção para o Supremo Tribunal Federal — comemorou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Senadores que não disputarão eleições e deixarão a Casa em 2027 são 13

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selo_eleicoes_claro.jpgAs eleições de outubro vão mudar parte da composição do Senado a partir de 2027 independentemente do resultado das urnas. Entre os 54 senadores em exercício que ocupam as cadeiras em disputa neste ano, 13 não concorrem a nenhum cargo e, por isso, não estarão entre os titulares das cadeiras a partir de 2027. Outros nove participam das eleições, mas concorrem a outros cargos ou como suplentes. Os 32 restantes tentam a reeleição.

Pelo menos 22 dos atuais ocupantes das cadeiras em disputa não estarão entre os senadores titulares dessas vagas em 2027. O número ainda pode aumentar conforme o resultado das eleições dos 32 que buscam um novo mandato. Entre os 13 que já têm a saída definida, nove são titulares e quatro exercem atualmente o mandato como suplentes.

Outros cargos ou suplências

Além dos 13 que não concorrem, nove senadores participam das eleições sem buscar um novo mandato como titular da Casa. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é candidato a presidente da República; Marcos Rogério (PL-RO), a governador de Rondônia; Izalci Lucas (PL-DF) e Roberta Acioly (Republicanos-RR), a deputado federal; e Mara Gabrilli (PSD-SP), a deputada estadual.

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Outros quatro concorrem como primeiros suplentes em chapas para o Senado. Dra. Eudocia (PSDB-AL), que já exerce o atual mandato como primeira suplente, disputa novamente nessa condição, agora na chapa de Marina JHC (PSDB-AL). Já três titulares atuais são candidatos a primeiro suplente: Nelsinho Trad (PSD-MS), na chapa de Reinaldo Azambuja; Jader Barbalho (MDB-PA), na de seu filho Helder Barbalho; e Daniella Ribeiro (PP-PB), na de Nabor Wanderley.

Sete suplentes exercem os mandatos

Entre os atuais ocupantes das 54 cadeiras em disputa neste ano, sete são suplentes. Além de Dra. Eudocia, são eles: Sargento Reginauro (PSDB-CE), suplente de Eduardo Girão (Novo-CE), candidato a vice-presidente da República na chapa de Romeu Zema; Fernando Dueire (PSD-PE), de Jarbas Vasconcelos (MDB-PE), que renunciou ao mandato; Carlos Portinho (PL-RJ), de Arolde de Oliveira, falecido; Roberta Acioly, de Mecias de Jesus, que renunciou para assumir vaga de conselheiro do TCE-RR; Ivete da Silveira (MDB-SC), de Jorginho Mello, atual governador de Santa Catarina; e Giordano (Podemos-SP), de Major Olímpio, falecido. Dos sete, quatro não concorrem a nenhum cargo, dois disputam outros postos nas eleições e Portinho tenta a reeleição para o Senado.

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Duas novas cadeiras em três estados

São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul terão novos titulares nas duas cadeiras em disputa em 2026. Nenhum dos atuais ocupantes continuará como titular das vagas em 2027. No Paraná e no Rio Grande do Sul, os quatro senadores em exercício não são candidatos. Em São Paulo, Giordano também não participa das eleições, enquanto Mara Gabrilli concorre a uma vaga de deputada estadual. Assim, os três estados terão novos ocupantes nas duas cadeiras em disputa.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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