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Humberto Costa celebra queda da inflação e avanço do PIB

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O senador Humberto Costa (PT-PE), em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (26), rebateu críticas sobre a condução da economia. Ele afirmou que os resultados mostram um cenário de crescimento. Citou que, apesar das previsões negativas, o país mantém expansão econômica, com inflação controlada e geração de empregos. O senador também afirmou que a política econômica do governo Lula combina responsabilidade fiscal, crescimento e inclusão social.

— Todo dia o nosso governo dá um susto no mercado. Queda da inflação surpreende analistas, bolsa supera expectativas e fecha em alta. Deve ser muito duro para esse pessoal apostar contra o Brasil o tempo inteiro, quando o país tem um presidente como o Lula, cujo compromisso com as agendas fiscal e econômica são inarredáveis, ao mesmo tempo que são indissociáveis da agenda social — avaliou.

Humberto ressaltou que, apesar das previsões pessimistas, o país segue em trajetória de expansão. Dados divulgados pelo Banco Central mostram crescimento de 1,3% no primeiro trimestre, acumulando seis trimestres consecutivos de alta no Produto Interno Bruto (PIB). O setor agropecuário registrou avanço expressivo de 6,1%, acompanhado de crescimento na indústria e nos serviços.

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— Para quem quer cortar programas sociais e congelar o salário mínimo, deve ser muito surpreendente mesmo ver o sucesso continuado de um modelo que prioriza a inclusão social, o fortalecimento do mercado interno e a responsabilidade fiscal — destacou.

O parlamentar também chamou atenção para a queda da dívida pública, que recuou para 75,9% do PIB — patamar inferior ao herdado do governo anterior. Citou ainda a valorização da bolsa, que ultrapassou os 140 mil pontos, e o avanço no mercado de trabalho. Segundo ele, o país vive uma situação de quase pleno emprego, com aumento da renda média e crescimento do consumo das famílias, impulsionado por políticas de crédito e pela valorização real do salário mínimo.

— A política econômica do presidente Lula não é apenas um exercício de números, mas de compromisso [firme] com a justiça social. E tudo isso a despeito da extorsiva Selic, que muitos defendem como necessária para conter a inflação, mas que tunga muito do nosso potencial econômico, do nosso crescimento e castiga a nossa dívida pública com juros tão altos, um dos mais altos do planeta. Independentemente dela, o governo segue firme na construção de um ambiente econômico estável e favorável à produção, ao emprego e ao bem-estar — concluiu.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova obrigação de oferta de financiamento estudantil para ensino técnico

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que torna obrigatória a oferta de crédito do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para estudantes da educação profissional técnica de nível médio.

Hoje, a lei apenas permite esse tipo de financiamento.

Pelo texto aprovado, a lei passaria a exigir reserva de recursos para alunos de formação técnica. O comitê gestor do fundo definirá, a cada ano, as proporções desses repasses.

A proposta também substitui o termo “instituições de ensino superior” por “instituições de ensino”, para incluir escolas técnicas nas regras de financiamento.

A comissão aprovou o parecer do relator, deputado Prof. Reginaldo Veras (PV-DF), favorável ao Projeto de Lei 1380/24, de autoria do deputado Bacelar (PL-BA), com alterações.

Entre as mudanças, está a dispensa de “avaliação positiva” do governo para os cursos técnicos de nível médio. Essa exigência será aplicada apenas para cursos de graduação.

O relator afirmou que ampliar o acesso ao financiamento pode estimular matrículas.

“Se considerarmos que parte expressiva da oferta de educação técnica se dá na rede privada, o financiamento estudantil parece-nos uma ação acertada nessa direção”, disse.

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Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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