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Izalci Lucas defende prorrogação da CPI das Bets

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O senador Izalci Lucas (PL-DF) defendeu nesta terça-feira (27), em pronunciamento no Plenário, a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Apostas Esportivas, conhecida como CPI das Bets. Segundo ele, é necessário mais tempo para ouvir as pessoas convocadas, como o influenciador digital Luan Kovarik — conhecido como Jon Vlogs — que, de acordo com o parlamentar, publicou vídeo com acusações envolvendo o presidente da República. Luan estaria fora do país e não compareceu à oitiva prevista para esta terça.

A CPI já foi estendida por 45 dias e tem encerramento previsto para o dia 14 de junho. Para o senador, o adiamento é necessário para que se possa concluir o relatório “com responsabilidade”.  

— Eu espero que haja bom senso aqui e que a gente possa aprovar o requerimento de adiamento dessa CPI, porque a gente precisa ainda ouvir algumas pessoas para a gente concluir o relatório. Se o objetivo, de fato, é apurar e melhorar a legislação, a gente vai precisar de um tempinho a mais — afirmou Izalci.

IOF

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O senador também criticou o aumento, feito pelo governo, da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e informou que apresentou requerimento à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para ouvir o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Izalci alega que o reajuste desrespeita o princípio da anualidade previsto na Constituição. Ele mencionou que o Partido Liberal já apresentou um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para sustar os efeitos da medida e que também há uma ação judicial sobre o tema.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Izalci critica acordo para salvar BRB e cobra apuração de prejuízos

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (9), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o acordo para salvar o BRB (Banco de Brasília) e afirmou que os custos da operação serão transferidos à população do Distrito Federal. De acordo com o senador, o Governo do Distrito Federal assumirá obrigações financeiras por até 15 anos para fazer frente aos prejuízos decorrentes de investimentos realizados pela instituição na tentativa de compra do Banco Master, barrada pelo Banco Central.

Segundo Izalci, o acordo prevê um aporte de R$ 8,8 bilhões no banco, valor que, segundo seus cálculos, é incompatível com o patrimônio atual do BRB. O senador também afirmou que ainda existem incertezas sobre a recuperação de parte dos ativos envolvidos na operação e questionou a falta de acesso a relatórios de auditoria produzidos para analisar as operações do banco.

— Estamos investindo R$ 8 bilhões num patrimônio que hoje vale R$ 3 bilhões. Isso sem considerar, ou considerando, que realmente os R$ 8 bilhões vão resolver o problema, e não vão, vão simplesmente pagar o prejuízo dessa roubalheira toda que foi feita — declarou.

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O senador também criticou a utilização de recursos públicos para viabilizar o acordo e afirmou que o comprometimento de receitas futuras poderá impactar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública no Distrito Federal. Na avaliação de Izalci, a destinação de recursos para cobrir os prejuízos poderá restringir a capacidade do governo local de ampliar gastos e investimentos nessas áreas nos próximos anos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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