POLITÍCA NACIONAL
Lei Bárbara Penna aumenta punição para agressor que ameaçar vítima durante cumprimento da pena
POLITÍCA NACIONAL
A Lei 15.410/26 (Lei Bárbara Penna) agrava a punição para condenados por violência doméstica que continuarem a ameaçar ou se aproximar de suas vítimas durante o cumprimento da pena. A norma também enquadra como crime de tortura a submissão reiterada da mulher a intenso sofrimento físico ou mental no contexto de violência doméstica e familiar.
A lei foi publicada no Diário Oficial da União da quinta-feira (21) e já está em vigor.
São alteradas a Lei de Execução Penal e a Lei dos Crimes de Tortura. Entre as mudanças, estão novas punições para condenados ou presos provisórios que ameaçarem novamente as vítimas durante o cumprimento da pena.
Pelas novas regras, condenados em regime aberto ou semiaberto cometem falta disciplinar grave se se aproximarem da residência ou do local de trabalho da vítima ou de familiares dela. A mesma regra vale durante saídas autorizadas do estabelecimento prisional.
A medida vale quando houver medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.
A lei também determina o regime disciplinar diferenciado (RDD), uma forma mais rígida de cumprimento da pena, para presos que ameaçarem ou praticarem violência contra a vítima ou familiares durante o cumprimento da pena.
Além disso, permite transferir o condenado ou preso provisório para estabelecimento penal em outra unidade da Federação em caso de ameaça ou violência.
Nome da lei
A proposta teve origem no PL 2083/2022, da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), e foi inspirada no caso de Bárbara Penna, moradora de Porto Alegre que foi atacada em 2013 pelo ex-companheiro. Ele ateou fogo ao apartamento onde a família morava e a lançou pela janela do terceiro andar.
Bárbara sobreviveu, mas seus dois filhos morreram no incêndio. O agressor foi condenado a 28 anos, mas mesmo com ele na prisão, as ameaças continuaram.
A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em abril deste ano.
Da Redação – RL
Com informações da Agência Senado
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Comissão debate proposta sobre integração de dados no sistema público de saúde
A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados realiza, na terça-feira (26), audiência pública para discutir proposta de integração de dados no sistema público de saúde (Projeto de Lei 5875/13).
O debate atende a pedido da relatora do projeto, deputada Adriana Ventura (Novo-SP), e está marcado para as 10 horas, no plenário 7.
O PL 5875/13 trata da criação do cartão do usuário do Sistema Único de Saúde (SUS). Ao longo da tramitação, foram apensadas a ele outras 32 propostas, que abrangem temas relacionados à saúde digital, como o Cartão Nacional de Saúde, o prontuário eletrônico, as carteiras digitais, o uso do CPF como chave de identificação em saúde, o acesso a prontuários, os direitos dos pacientes e a segurança das informações em saúde.
Adriana Ventura destaca que a discussão evoluiu de um modelo centrado no cartão físico para a consolidação, em lei, da infraestrutura nacional de dados em saúde. Segundo ela, a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), o Cadastro Nacional de Pessoas para a Saúde (CadSUS) e as plataformas digitais passaram a estruturar o ecossistema de informação em saúde, integrando serviços públicos e privados com regras de acesso, segurança e privacidade.
A deputada acrescenta que o tema já foi discutido anteriormente pela comissão com representantes de diferentes setores, o que contribuiu para o amadurecimento de consensos sobre os direitos do cidadão, a equidade federativa, a governança participativa e a interoperabilidade em saúde.
“Esta audiência pública terá caráter de instrução final do colegiado e produzirá encaminhamentos objetivos, registrados e imediatamente incorporáveis ao aprimoramento do texto, de modo que a matéria não permaneça em debates sucessivos sem consequência prática”, afirma.
“Com a consolidação dos pontos de convergência e a identificação clara dos ajustes residuais, a comissão ficará em condições de deliberar e avançará para a votação da matéria”, diz a deputada.
Da Redação – MB
Fonte: Câmara dos Deputados
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