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Livraria do Senado vende 7,5 mil livros na Feira Pan-Amazônica

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A Livraria do Senado marcou presença na 28ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes, realizada entre 16 e 22 de agosto, Centro de Convenções e Feiras da Amazônia Hangar, em Belém. O estande da Casa vendeu mais de 7,5 mil livros ao público da feira, com grande procura por obras históricas e de legislação, oferecidas a preço de custo.

Entre os títulos mais buscados, estiveram a Constituição federal, campeã de vendas, além de obras ligadas à Região Amazônica, como Fundação de Belém do Pará, de Ribeiro do Amaral. Também houve grande procura pelo lançamento Explode um Novo Brasil e títulos da coleção Escritoras do Brasil.

— Muitos títulos esgotaram antes do esperado. É um evento rico com uma programação cultural bem interessante e alto engajamento do público — explicou Ricardo Abril Marinho, da Assessoria Técnica da Secretaria de Editoração e Publicações, a gráfica do Senado.

De acordo com Rafael Chervenski, diretor da Segraf, levar as legislações, os livros histórico-culturais e as obras de cunho técnico que a Casa edita contribui para o fortalecimento de uma sociedade mais esclarecida, conhecedora dos seus direitos e, portanto, mais democrática.

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— A participação do Senado em feiras literárias, por meio da Livraria, cumpre o papel de aproximar a Casa do cidadão, permitindo que o conhecimento aqui produzido esteja ao alcance de cada vez mais pessoas — reforça.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão de Educação aprova projeto que prorroga bolsas de pesquisa para pais estudantes

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante a pesquisadores e estudantes do ensino superior o direito de prorrogar o prazo de suas bolsas de estudo em caso de nascimento de filho. A proposta inclui explicitamente a paternidade biológica entre as situações que permitem o afastamento temporário mantendo o auxílio financeiro.

Pelo texto, bolsas de estudo com duração mínima de 12 meses poderão ter seus prazos estendidos por até 180 dias se houver comprovação de afastamento por nascimento, adoção ou obtenção de guarda judicial.

O projeto altera a Lei 13.536/17, que já permite a prorrogação dos prazos de vigência das bolsas de estudo, mencionando a maternidade, o parto e a adoção, mas não o nascimento de filho. A proposta revoga ainda trechos dessa lei que impedem que dois bolsistas usufruam do benefício simultaneamente pelo mesmo evento de adoção ou guarda.

O texto aprovado é um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Professor Alcides (PSDB-GO), para o Projeto de Lei 4311/25, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

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Professor Alcides afirmou que a proposta incentiva a “participação dos pais no cuidado dos filhos desde o nascimento ou adoção”. “Caso ambos os pais sejam bolsistas, o direito assegurado aos dois favorece a conclusão de estudos e pesquisas da mãe, que ficaria menos sobrecarregada nos cuidados com o filho”, destacou ainda.

Mudança no prazo
O projeto inicial de Tabata propunha um afastamento padrão de 60 dias para os pais, que só seria ampliado para 180 dias em situações específicas, como falecimento da mãe ou adoção monoparental pelo pai. O novo texto passou a prever prazo de até 180 dias para todos os casos, alinhando a norma com legislações recentes sobre o tema.

Outra mudança foi a retirada de dispositivos que tratavam da prorrogação de prazos para a conclusão de cursos e atividades acadêmicas. Professor Alcides explicou que essa necessidade já é suprida pela legislação vigente, que garante um prazo mínimo de 180 dias para estudantes de ambos os sexos concluírem seus cursos em virtude de nascimento ou adoção.

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Por isso, o novo texto altera especificamente as regras de vigência das bolsas de estudo concedidas por agências de fomento.

Próximos passos
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda passará pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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