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Magno Malta diz que houve omissão do governo no caso de Juliana Marins

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O senador Magno Malta (PL-ES), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (24), criticou a atuação do governo federal diante do caso da brasileira Juliana Marins, encontrada morta quatro dias depois de cair de uma trilha na encosta do Monte Rinjani, na Indonésia, no último sábado (21). 

Para o senador, houve omissão das autoridades brasileiras quanto ao resgate da turista. Segundo ele, o Itamaraty não agiu com a mesma eficiência demonstrada em outros casos. O senador comparou a situação ao apoio prestado pelo governo brasileiro à ex-primeira-dama do Peru, Nadine Heredia, que está asilada no Brasil desde abril.

— Dois pesos, duas medidas. O Brasil abandona os seus e abraça criminosos. A ex-primeira-dama do Peru, condenada na [Operação] Lava Jato, foram buscar com o avião da FAB porque ela é um arquivo vivo. Justifiquem para mim por que o Itamaraty não se movimentou para socorrer essa jovem que comoveu o Brasil, por quem o mundo inteiro apelou — questionou ele.

O senador também condenou a postura diplomática do Brasil em relação ao Irã, que está em conflito com Israel. Segundo ele, o governo mantém proximidade com um regime que desrespeita os direitos humanos, oprime mulheres e homossexuais. 

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— O Irã é uma ditadura sanguinária, que não respeita mulheres, que mata homossexuais. E o grupo LGBTQIA+ do Brasil faz passeata louvando o Irã, contra Israel. Vá viver, então, no Irã, que eu quero ver o que vai lhe acontecer — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova avaliação periódica da saúde mental de agentes de segurança pública

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3744/24, que determina a avaliação periódica da saúde mental dos profissionais de segurança pública.

A proposta aprovada altera a Lei 13.675/18, que criou o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e já prevê avaliações periódicas de saúde para policiais e outros agentes. O texto aprovado complementa as regras ao prever que:

  • a primeira avaliação de saúde mental será feita no início do curso de formação na carreira; e
  • após a avaliação inicial, deverão ser feitas avaliações periódicas, com intervalo máximo de dois anos.

O relator, deputado Dr Flávio (PL-RJ), recomendou a aprovação. “Esta proposta traz acréscimos necessários e pertinentes que objetivam o trato da saúde mental de profissionais expostos a riscos diários”, afirmou ele no parecer aprovado.

Segundo Dr. Flávio, os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024 revelaram “aumento alarmante nas ocorrências de suicídio”, especialmente em São Paulo (80%) e Rio de Janeiro (117%), conforme as polícias Civil e Militar.

Para o autor da proposta, deputado Pedro Aihara (PP-MG), “as avaliações a cada dois anos permitirão o monitoramento constante da saúde mental, prevenindo casos de transtornos como ansiedade, depressão e estresse pós-traumático”.

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Outras medidas
Caso seja constatado, em quaisquer avaliações, que o profissional apresenta algum transtorno mental, ele deverá ser imediatamente encaminhado para acompanhamento psicológico. Se for o caso, também para o serviço médico.

Os órgãos de segurança pública deverão manter estrutura apropriada e equipes de saúde, responsáveis ainda por eventual busca ativa, com discrição e respeito à intimidade. O acompanhamento psicológico durará o tempo necessário.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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