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Magno Malta pede investigação de juízes que inocentaram acusado de estupro

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Em pronunciamento nesta terça-feira (24), o senador Magno Malta (PL-ES) defendeu que o Senado crie uma comissão parlamentar de inquérito para investigar abusos contra crianças e adolescentes. Ele disse que entrou no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra os desembargadores de Minas Gerais que decidiram pela absolvição de um homem acusado de estupro de uma menina de 12 anos.

— Eu fui o primeiro a entrar no CNJ contra os dois desembargadores que deram legalidade a um homem, a um troglodita de 38 anos de idade, estuprador de uma criança de 12 anos de idade. (…) Nós temos 47 assinaturas para uma CPI — mais outra — para investigar abusos contra adolescentes e infantes no Brasil, para voltar as baterias contra criminosos que estão nos tribunais vendendo sentença. No mínimo, a mente desses dois desembargadores é igual à mente desse tarado — afirmou Magno Malta.

O senador também criticou o governo Lula por, em seu entender, gastar mais do que arrecada, e por sobrecarregar a carga tributária de empresários. Ele criticou também as supostas ligações de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) com Daniel Vorcaro, ex-dono do liquidado Banco Master. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.

A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.

Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.

O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.

O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.

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O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.

Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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