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Marcio Bittar afirma que Brasil se aproxima de regimes autoritários

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (8), o senador Márcio Bittar (União-AC) afirmou que a declaração de apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao ex-presidente Jair Bolsonaro confirma que o governo brasileiro está se afastando das democracias e se aproximando de regimes autoritários.

Para Bittar, a fala do presidente norte-americano mostra que a comunidade internacional reconhece que o governo brasileiro está tentando eliminar adversários políticos.

— Mesma prática da Venezuela, de todos os países autoritários do mundo. O Brasil caminha na contramão dos regimes democráticos. Ter o presidente dos Estados Unidos, a maior potência econômica, do nosso lado é, sim, motivo de orgulho para nós — disse.

O senador alegou que há um “desequilíbrio institucional” no país, com interferência do Estado sobre as liberdades individuais e restrições ao direito de propriedade, por exemplo. Criticou a legislação aplicada no campo, especialmente para os produtores rurais na Amazônia, e avaliou que empreendedores têm enfrentado dificuldades para manterem sua atividade econômica.

— Qual é o sistema que toma 80% da propriedade rural e, além de não indenizar, ainda faz com que o proprietário se responsabilize por ela, civil e criminalmente? Onde está a liberdade econômica? Sobre os 20% que sobram, qualquer coisa que o proprietário queira fazer, primeiro tem que perguntar se o Estado brasileiro autoriza. O sistema que faz isso, que eu saiba, é o sistema comunista. Não é aqui — declarou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Projeto proíbe transporte marítimo de animais vivos para exportação e importação

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O Projeto de Lei 1026/26 proíbe a exportação e a importação de animais vivos para fins comerciais por via marítima no Brasil. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta também veda qualquer outro meio de transporte que coloque em risco a saúde ou o bem-estar dos animais por conta de confinamento prolongado, superlotação ou risco de acidente.

O texto abrange animais destinados ao abate, engorda, reprodução ou comercialização para fins industriais e alimentares.

Pela proposta, o transporte em navios de carga viva é expressamente proibido por submeter os animais a riscos elevados de acidentes e privação de cuidados essenciais.

A autora do projeto, deputada Heloísa Helena (Rede-RJ), argumenta que a medida está alinhada às melhores práticas internacionais de bem-estar animal. “A continuidade da exportação e importação de animais vivos por meios que sabidamente geram sofrimento e risco extremo compromete a imagem internacional do país, afeta a credibilidade de seus sistemas de fiscalização e contraria princípios constitucionais de proteção ao meio ambiente e aos seres vivos”, diz a deputada.

Para Heloísa Helena, a substituição desse modelo de transporte por exportações de produtos processados agrega valor econômico e elimina a crueldade com os animais. “A mudança não é apenas necessária, mas desejável sob a perspectiva econômica, ética e ambiental”, defende.

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Em caso de descumprimento da regra, o projeto estabelece punições ao infrator, como multa, suspensão de atividades, cassação de licenças e apreensão dos animais para encaminhamento a abrigos ou instituições de proteção animal.

Próximas etapas
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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