CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

Marcos Rogério defende Bolsonaro e critica reação de Lula a fala de Trump

Publicados

POLITÍCA NACIONAL

Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (8), o senador Marcos Rogério (PL-RO) criticou a reação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a uma declaração do presidente dos Estados Unidos. Donald Trump disse que o processo judicial contra o ex-presidente Jair Bolsonaro é uma “caça às bruxas”. Lula afirmou que o Brasil não aceita interferências externas e destacou que o país possui instituições sólidas e independentes.

Segundo Marcos Rogério, há uma contradição no discurso de Lula, já que o PT buscou apoio internacional em diversas ocasiões, como no caso da prisão de Lula e do impeachment de Dilma Rousseff.

— Lula reage como se [a declaração de Trump] fosse um atentado à soberania nacional brasileira, como se fosse um escândalo alguém dar uma opinião sobre o Brasil. O mesmo governo que buscou socorro lá fora agora diz que não admite palpite. Isso não é defesa da soberania nacional; isso é seletividade ideológica, isso é hipocrisia — argumentou.

Para o senador, a fala do líder norte-americano reforça a percepção de setores da sociedade brasileira de que Bolsonaro é vítima de perseguição política para que não consiga disputar as eleições presidenciais de 2026. Marcos Rogério diz que o processo contra o ex-presidente não se baseia em acusações de corrupção, mas em narrativas construídas para afastar um adversário político.

Leia Também:  Defensora pública aponta à CPMI fraudes no INSS desde 2019

— São acusações fabricadas, narrativas construídas para justificar uma condenação política. Querem tirar Bolsonaro do jogo eleitoral de 2026, querem impedir Bolsonaro de ser candidato à Presidência da República. Aqui está o verdadeiro golpe à democracia — declarou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Executivo envia Orçamento de 2027 ao Congresso com mínimo de R$ 1.741

Publicados

em

Salário mínimo de R$ 1.741, inflação de 3,6% e crescimento do produto interno bruto (PIB) de 2,46%. Esses são alguns pontos da proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional na tarde desta segunda-feira (31) — último dia do prazo para envio do Orçamento ao Legislativo.

O aumento previsto de R$ 120 no valor do salário mínimo (hoje R$ 1.621) representa uma alta de aproximadamente 7,4% no valor nominal. O índice representa um ganho de 2,3% acima da inflação projetada para este ano.

O documento ainda apresenta as expectativas de arrecadação e a fixação de quanto o governo vai gastar em cada área. Conforme o texto, o Executivo prevê taxa básica de juros (Selic) em 12,53% e câmbio médio de R$ 5,22 para o dólar. Já o superávit primário, que é a diferença entre o que o governo arrecada e o que gasta, deve ficar em R$ 18,6 bilhões, valor que representa pouco mais de 0,1% do PIB.

Tramitação

Pela Constituição, a Lei Orçamentária Anual, que trata do Orçamento, deve ser entregue pelo Poder Executivo até 31 de agosto de cada ano, com a previsão de ser aprovada até dezembro. 

Leia Também:  Comissão aprova regras para aumentar proteção de motoristas de aplicativo

A proposta do Executivo para a Lei Orçamentária Anual de 2027 será examinada inicialmente pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Depois, a matéria será apreciada pelo Congresso Nacional e seguirá para sanção do presidente Lula.

O Congresso ainda precisa votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – PLN 2/2026). A matéria deveria ter sido votada até o dia 17 de julho. Como não houve a votação, a tendência é que o texto seja analisado agora neste segundo semestre.

Receitas e despesas

A LOA é o documento que estima receitas e fixa as despesas públicas para o ano seguinte. A lei busca garantir que o dinheiro arrecadado dos cidadãos seja aplicado de forma clara, planejada e responsável.

Em outras palavras, determina a verba que será aplicada em áreas cruciais como saúde, educação, segurança, transporte e infraestrutura. Embora a iniciativa seja do Executivo, os parlamentares podem inserir mudanças no texto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA