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Pacheco debaterá com governo impactos do tarifaço de Trump na economia de MG

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O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) anunciou, nesta terça-feira (29), que vai assumir a interlocução com o governo do presidente Lula a respeito dos impactos do tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre setores da economia de Minas Gerais.

A iniciativa se deu após reunião, em Brasília, com o prefeito de Sete Lagoas (MG), Douglas Melo, e com o presidente do Sindicato da Indústria do Ferro no Estado de Minas Gerais (Sindifer), Fausto Varela Cançado, em relação à indústria de ferro-gusa, um dos setores mais relevantes da economia mineira.

— Eu vou cuidar, nos próximos dias, das reuniões necessárias com o presidente Lula, com o vice-presidente [e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços], Geraldo Alckmin, para dar esse encaminhamento em nome de Minas Gerais e da economia de Minas. Assim como farei em relação a outros setores igualmente importantes para o estado — afirmou.

Novos mercados

Conforme Pacheco, que exerceu o cargo de presidente do Senado de 2021 a 2025, Douglas Melo e Fausto Cançado, ao lado de uma comitiva de empresários do setor, externaram preocupação com o cenário atual que envolve essa cadeia da economia mineira.

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— Temos que encontrar amparo no governo federal para medidas que sejam mitigadoras, inclusive com perspectivas de novos mercados, para garantir essa produção importante da economia de Minas Gerais — destacou o senador.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Todo advogado tem direito de se comunicar com cliente preso, afirma Izalci

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O senador Izalci Lucas (PL-DF), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (14), defendeu o cumprimento do Estatuto da Advocacia, que garante ao advogado o direito de se comunicar com o cliente preso. Ele fazia referência a uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que proibiu por 90 dias o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente em prisão domiciliar, de receber visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu filho, que também atua como seu advogado.

Izalci apontou que o princípio do acesso ao preso deve ser respeitado independentemente de vínculo familiar entre cliente e advogado.

— Se a lei protege até o advogado que não tem procuração nenhuma, o que dizer daquele que assinou os autos e está formalmente na defesa? — questionou.

O senador acrescentou que a Lei de Execução Penal garante ao preso o direito de receber visitas de parentes, mantendo assim contato com o mundo exterior.

— Existe, sim, a possibilidade de restringir isso, mas em contexto disciplinar, dentro de uma escala que começa pequena e vai crescendo, se o problema [disciplinar] persistir — argumentou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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