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Plínio Valério denuncia ações contra produtores rurais no Amazonas

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Durante pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (1º), o senador Plínio Valério (PSDB-AM) relatou ações de órgãos federais como Ibama, ICMBio e Funai que, segundo ele, resultam em abusos contra produtores rurais da Região Norte. O parlamentar destacou casos nos municípios de Apuí e Lábrea, no Amazonas, onde famílias estariam sendo expulsas de terras ocupadas há décadas.

— Estão expulsando agricultores e pecuaristas que estão morando lá há anos, antes que a reserva fosse criada, inventada. Casas queimadas, equipamentos destruídos, currais incendiados, famílias expulsas, sem nenhum direito — afirmou.

O senador responsabilizou o Ministério Público Federal por respaldar as operações e criticou a atuação do governo. Segundo Plínio, as ações têm o objetivo de gerar dados positivos para serem apresentados em eventos internacionais, como a próxima Conferência do Clima da ONU (COP), que será realizada em Belém (PA). Ele também fez referência a conclusões da CPI das ONGs e cobrou maior transparência no uso de recursos estrangeiros voltados à preservação ambiental.

Plínio informou que buscará o Judiciário para tentar reverter o que classificou como “injustiça”, reiterando sua confiança na instituição Ministério Público, apesar de críticas a determinados procuradores. Ele também mencionou preocupação com o projeto de leilão da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Juma e defendeu a exploração de petróleo na costa do Amapá como forma de garantir maior segurança energética ao país.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova oferta da bolsa-permanência para estudantes do Prouni em cursos de turno parcial

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que amplia, para alunos matriculados em cursos de turno parcial, o acesso à bolsa-permanência destinada a beneficiários de bolsas integrais do Programa Universidade para Todos (Prouni).

Atualmente, a Lei 11.180/05 estabelece que a bolsa-permanência é exclusiva para estudantes de turno integral.

A bolsa-permanência é um auxílio financeiro mensal, com valor equivalente ao das bolsas de iniciação científica, destinado ao custeio de despesas educacionais, como transporte, alimentação e material didático. O objetivo da política é viabilizar a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica no ensino superior, reduzindo os índices de evasão motivados por dificuldades financeiras.

O colegiado aprovou o substitutivo do relator, Pedro Uczai (PT-SC), ao Projeto de Lei 5163/23, do deputado Túlio Gadêlha (PSD-PE). Enquanto a redação original buscava derrubar a exigência do turno integral de forma indireta (proibindo a exigência de carga horária mínima), o relator preferiu inserir diretamente no texto da lei a permissão para o turno parcial.

Uczai também suprimiu trecho do projeto original que impedia o governo de exigir qualquer carga horária mínima. Com essa mudança, o Ministério da Educação mantém a prerrogativa de estabelecer, via regulamento, um número mínimo de horas de aula ou frequência para a manutenção do benefício, desde que respeitada a abertura para os turnos parciais.

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“Alterar a lei atual pode conferir ao Poder Executivo maior liberdade para a concessão desse benefício e, desse modo, atender de modo mais adequado às reais necessidades dos estudantes bolsistas integrantes das camadas menos favorecidas da sociedade brasileira”, defendeu o relator.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e seguirá para análise das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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