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Seminário debate experiências internacionais e lições para o currículo escolar brasileiro

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados promove, nesta quinta-feira (3), seminário para discutir experiências internacionais exitosas e as lições para o currículo escolar brasileiro.

O debate, que atende a pedido da deputada Adriana Ventura (Novo-SP), será realizado a partir das 10 horas, no plenário 10.

“O objetivo é discutir, com base em evidências científicas e experiências internacionais, os caminhos possíveis para a elaboração de um currículo escolar que garanta aprendizagem de alta qualidade”, diz a deputada.

Segundo ela, o seminário também visa analisar criticamente a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) brasileira à luz dos fundamentos científicos pedagógicos e práticos observados em países que obtêm bons resultados educacionais.

“A Base Nacional Comum Curricular instituída como documento normativo para nortear os currículos da educação básica brasileira tem gerado debates sobre sua consistência conceitual, efetividade e alinhamento às reais necessidades de aprendizagem”, afirma Adriana Ventura.

“Enquanto isso, países que alcançam altos desempenhos educacionais têm investido em currículos objetivos, centrados na transmissão de conteúdos fundamentais e estruturados por critérios técnicos rigorosos”, ressalta a deputada.

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Da Redação – MB

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova diretrizes para diagnóstico precoce de autismo em crianças

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a adotar ações para identificar sinais de Transtorno do Espectro Autista (TEA) em crianças com idades entre 16 e 30 meses. O objetivo é garantir que essas crianças recebam avaliação de especialistas e acompanhamento adequado o mais cedo possível.

A proposta altera a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA e prevê que a identificação precoce seja feita por meio de procedimento padronizado e validado pela comunidade científica.

Se os sinais de risco forem identificados, a criança deve ser encaminhada para avaliação diagnóstica por uma equipe multiprofissional especializada e ter acesso imediato ao cuidado necessário.

A comissão aprovou a versão da relatora, deputada Julia Zanatta (PL-SC), para o Projeto de Lei 2063/25, do deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO). Enquanto o projeto previa a criação de uma lei autônoma, o substitutivo inclui as novas diretrizes diretamente na política nacional.

Idade limite
Outra mudança passa a prever um limite de idade para a triagem obrigatória. “No Brasil, recomenda-se o rastreio de sinais de TEA entre 16 e 30 meses na atenção primária, como parte do acompanhamento do desenvolvimento infantil”, destacou a relatora.

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A Caderneta da Criança, do Ministério da Saúde, desde a 7ª edição (2024), já inclui o teste M-CHAT-R, traduzido e validado pela Sociedade Brasileira de Pediatria. “Trata-se de instrumento de triagem, não de diagnóstico definitivo”, destacou a relatora.

Equipe multiprofissional
O substitutivo também deixa claro que as ações devem considerar a saúde, o comportamento e o ambiente da criança e ser feitas por uma equipe multiprofissional.

Também estão previstas ações de capacitação para profissionais da saúde, educação e assistência social. Além disso, o texto inclui campanhas para informar a população sobre os sinais precoces do autismo.

O texto assegura ainda que os pais ou responsáveis recebam informações claras e participem de todas as decisões sobre o cuidado da criança.

Próximas etapas
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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