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Senado é confirmado entre os finalistas em prêmio de sustentabilidade

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O Senado está entre os finalistas do Prêmio Espírito Público 2025, na categoria Mudanças Climáticas e Sustentabilidade. A Casa está na competição devido à experiência do Viveiro do Senado, que foi revitalizado e transformado em um centro de educação para a sustentabilidade ambiental inclusiva.

Esse espaço do Senado integra práticas ambientais a uma agenda de acessibilidade e inclusão (física, auditiva, visual e cultural). O modelo, de baixo custo e com processos documentados, pode ser replicado por outras instituições.

Nos últimos meses, o espaço recebeu a visita de representantes de mais de 80 instituições públicas e privadas de várias regiões do país — foram visitas técnicas que tiveram, entre seus objetivos, o de verificar a possibilidade de replicar o modelo implementado pelo Senado.

O Viveiro do Senado — que tem a coleta seletiva como uma de suas principais atividades — oferece atualmente 18 serviços ambientais.

O espaço conta com uma edificação sustentável, uma agrofloresta urbana e um banco de sementes. Também promove atividades como produção de mudas, compostagem e reuso de água. Além disso, contém trilhas adaptadas, sinalização em braile, audiodescrição, banheiros inclusivos e serviços de intérprete de Libras.

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Nos últimos dois anos, o espaço registrou os seguintes resultados:

  • 3.300 lixeiras convertidas para o padrão de três cores;
  • nenhum acidente de trabalho na triagem de resíduos após melhorias nos processos;
  • 350 pessoas capacitadas, entre jardineiros, copeiros e catadores, formados como multiplicadores;
  • 290 metros de trilhas acessíveis construídas, com banheiros acessíveis e rampas;
  • reconhecimento da Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova projeto que reconhece a epilepsia como deficiência

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A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que reconhece a epilepsia como deficiência para todos os efeitos legais.

Pelo texto, a condição será considerada deficiência quando causar impedimentos de longo prazo de natureza mental ou neurológica, que ao interagir com barreiras sociais, dificultem a participação plena da pessoa na sociedade.

O reconhecimento da condição dependerá de uma avaliação biopsicossocial a ser realizada por equipe multiprofissional da saúde para analisar o impacto da doença na vida do cidadão e a gravidade de suas crises.

A comissão aprovou a versão do relator, deputado Márcio Honaiser (Solidariedade-MA), que reuniu em um só texto medidas previstas no Projeto de Lei 5962/25, da deputada Yandra Moura (União-SE); e no apensado, Projeto de Lei 364/26, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM).

“O texto reconhece que a limitação não está apenas na condição neurológica em si, mas principalmente nas barreiras sociais, atitudinais e ambientais que impedem a participação plena do indivíduo na sociedade”, destacou Honaiser.

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A medida visa garantir que pessoas com epilepsia tenham acesso a direitos previstos no Estatuto da Pessoa com Deficiência, como cotas no mercado de trabalho, benefícios sociais e adaptações em ambientes de ensino.

Além disso, a proposta busca trazer segurança jurídica, unificando o entendimento dos tribunais e evitando que pacientes precisem recorrer à Justiça para obter direitos básicos, como prioridade de atendimento.

Próximas etapas
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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