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Cinco formas de se prevenir contra a sífilis

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Assim como a clamídia e a gonorreia, a sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) causada por bactéria. A doença pode ser transmitida por relações sexuais sem proteção e de mãe para filho durante a gestação ou o parto.

A prevenção contra a sífilis pode ser feitas de várias formas:

  • Use preservativo em todas as relações sexuais (oral, vaginal e/ou vaginal);
  • Faça testes regularmente;
  • Realize teste no acompanhamento no pré-natal, caso esteja gestante;
  • Realize o tratamento correto para não transmitir a infecção;
  • Realize o teste e tratamento em todos os parceiros sexuais.

Sintomas

A sífilis se apresentam em quatro fases: primária, secundária, latente e terciária.

Na primária os sintomas podem aparecer entre 10 e 90 dias após o contágio, com ferida única no local de entrada da bactéria e pode acompanhar ínguas na virilha. A secundária, pode aparecer entre 6 semanas e 6 meses após a primeira lesão, com manchas avermelhadas no corpo, palmas das mãos e plantas dos pés. Esses sinais e sintomas podem passar desapercebidos e desaparecem mesmo sem tratamento, com evolução seguinte para fase latente, em que a pessoa é assintomática.

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Já na forma terciária, é quando não há tratamento adequado, podendo surgir complicações graves, como lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas. O diagnóstico, tratamento e a cura estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).

Tratamento
O tratamento da sífilis é feito com antibiótico, conforme a fase da doença. Gestantes devem receber o tratamento imediato, sem precisar aguardar um segundo teste. Todo o tratamento pode ser encontrado e feito nas Unidades Básicas de Saúde (UBS)

Ações de controle
Para ampliar o diagnóstico, o Ministério da Saúde expandiu o acesso ao Teste Rápido Combo HIV/Sífilis, que identifica simultaneamente as duas infecções. Em 2025, a oferta aumentou em mais de 40%, totalizando 6,5 milhões de unidades, com investimento de R$ 9,2 milhões. O exame é simples, rápido e gratuito, e permite o início imediato do tratamento, essencial para interromper a transmissão, inclusive durante a gestação.

Outras iniciativas, como o Programa Brasil Saudável e o Pacto Nacional pela Eliminação da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis, Hepatite B e Doença de Chagas, reforçam o compromisso do país em eliminar a sífilis congênita até 2030.

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Por meio da Certificação da Eliminação e do Selo de Boas Práticas Rumo à Eliminação da Transmissão Vertical de HIV e/ou Sífilis, já foram reconhecidos 71 municípios, sendo 13 com selo bronze, 45 com selo prata, 10 com selo ouro e 3 com a certificação de eliminação da sífilis congênita.

Acesse a Campanha de prevenção da sífilis

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Ministério da Saúde detalha processo de transição de insulina glargina para secretários municipais

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O processo de nacionalização da insulina análoga de ação prolongada, a glargina, no Sistema Único de Saúde (SUS) foi destacado pelo Ministério da Saúde(MS) nesta segunda-feira (13/7), durante o 39º Congresso Nacional do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), na capital gaúcha. O tema foi apresentado no seminário que abordou estratégias para organizar fluxos assistenciais, logística, dispensação e acompanhamento clínico a partir da perspectiva da regionalização da saúde pública.

Inicialmente, a nacionalização da glargina atenderá crianças e adolescentes de 2 a menores de 18 anos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com os tipos 1 e 2, explicou a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do (MS), Fernanda De Negri. “A gente começou separando por faixa etária justamente para poder fazer essa migração gradual. À medida que todos esses pacientes tiverem acesso à glargina, a gente ampliará o público-alvo”, informou.

A secretária ressaltou que a inclusão do medicamento foi necessária para mitigar o cenário de desabastecimento global da insulina NPH por parte dos fabricantes, já que a NPH ainda representa 90% da insulina utilizada no SUS.

Nesse cenário, o acesso à glargina em escala foi viabilizado por meio de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), instrumento do Ministério da Saúde que aproxima instituições públicas e empresas privadas para fomentar a produção pública nacional de tecnologias consideradas estratégicas para o SUS.

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“Essa janela de oportunidade da PDP veio justamente no momento em que nos possibilitou ter mais segurança para fazer essa migração de forma previsível e gradual, de modo a não deixar o paciente do SUS sem medicamento e, ao mesmo tempo, começar a oferecer uma insulina de maior qualidade”, reforçou.

Em sua fala, Fernanda De Negri pontuou que a transição estabeleceu ainda ações de treinamento voltadas às equipes de Atenção Primária à Saúde (APS) e de Assistência Farmacêutica locais. Para apoiar esses processos, o Ministério da Saúde disponibilizou materiais técnicos e ofertou cerca de 130 oficinas em conjunto com o Conasems. 

Distribuição

O envio da insulina aos estados e municípios tem sido realizado com base no planejamento e nas solicitações periódicas das secretarias de saúde estaduais e municipais. Após o recebimento dos lotes em cada região, o medicamento estará disponível para a população nas farmácias da Atenção Primária, como as das Unidades Básicas de Saúde (UBS), de acordo com a organização de cada município.

Benefícios

Os benefícios da glargina também foram destacados, entre eles está o maior tempo de ação, que garante cobertura de até 24 horas para a maioria dos pacientes. Além disso, o medicamento oferece mais segurança ao reduzir o risco de episódios de hipoglicemia, especialmente durante o período noturno. Outro diferencial é a estabilidade e a praticidade que proporciona: ela promove menor oscilação nos níveis de glicose no sangue e dispensa preparação prévia, diferentemente da insulina NPH, que exige agitação antes do uso.

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Projeto-piloto

A secretária ressaltou que a transição foi estruturada por um grupo de trabalho específico, composto por representantes de diversos setores. O planejamento incluiu a implementação de um projeto-piloto, iniciado em março deste ano no Amapá, Distrito Federal, Paraíba e Paraná, voltado a crianças e adolescentes (de 2 a 17 anos) com diabetes tipo 1, além de idosos com 80 anos ou mais que convivem com o tipo 1 e 2.

A iniciativa permitiu acompanhar a utilização da insulina glargina em condições reais de atendimento, avaliar aspectos operacionais, identificar gargalos logísticos e subsidiar os ajustes necessários para a implementação em todo o país.

Rodrigo Eneas
Roberta Paola
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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