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Corrida na Esplanada reúne milhares de pessoas e reforça importância da atividade física para qualidade de vida

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Com a estratégia Viva Mais Brasil, o Ministério da Saúde promove e incentiva hábitos mais saudáveis para a população. Entre suas ações, a pasta realizou, neste sábado (30), em Brasília, o Bora Correr: Corrida pela Vida. O evento reuniu cerca de 5 mil participantes na Esplanada dos Ministérios para caminhada, corrida e atividades de convivência.

A atividade teve início às 17h30 e contou com caminhada de 3 km e provas de corrida de 5 km e 10 km. Do total de inscritos, 65% eram mulheres e 35% homens. A média de idade foi de 37 anos, com maior concentração de público entre 35 e 44 anos.

Para a secretária adjunta da Secretaria de Informação e Saúde Digital do MS, Maria Aparecida Cina da Silva, a iniciativa reforça o compromisso da pasta com políticas públicas voltadas à promoção da saúde, à prevenção de doenças crônicas e ao incentivo a modos de vida saudáveis.

“Cuidar da saúde também passa por movimento, convivência e qualidade de vida. A atividade física melhora o corpo, a saúde mental e até a disposição para o dia a dia. Com a estratégia Viva Mais Brasil, o Ministério da Saúde quer incentivar cada vez mais brasileiros e brasileiras a encontrarem espaços e oportunidades para se movimentarem, se alimentarem melhor e viverem com mais saúde”, destacou.

Para a relações públicas Cristiane Godoy, de 43 anos, a corrida também representa um espaço de cuidado emocional. Ela conta que começou a correr em um momento difícil da vida e encontrou na atividade física uma forma de apoio para a saúde mental.

“Eu estava procurando uma atividade ao ar livre e passava por um momento difícil da vida quando me encontrei na corrida. Por isso, participar da Corrida pela Vida tem um significado muito especial para mim, porque o nome fala muito sobre a minha própria história. A corrida é o meu momento: consigo pensar, ouvir as músicas de que gosto e admirar a paisagem. Foi também na atividade física que encontrei apoio para cuidar da minha saúde mental. Hoje, sou muito feliz e grata por essa oportunidade. Espero que o Ministério da Saúde promova mais eventos como este, que incentivam as pessoas a se movimentarem e cuidarem da própria saúde”, contou.

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O agente vigilante Fábio Silva, de 46 anos, também vê na prática uma oportunidade de incentivar outras pessoas a saírem do sedentarismo e adotarem hábitos mais saudáveis.

“Participar da Corrida Pela Vida é muito especial para mim, porque acredito que cuidar da saúde vai muito além da estética. É também qualidade de vida, bem-estar e equilíbrio emocional. A corrida traz esse incentivo para sair do sedentarismo e buscar uma vida

mais saudável no dia a dia. Quando a gente vê outras pessoas participando, se cuidando e compartilhando essa energia positiva, isso inspira quem talvez ainda não tenha começado. A corrida une a comunidade”, afirmou.

A corrida dialoga com a estratégia Viva Mais Brasil, lançada pelo Governo Federal para fortalecer ações de promoção da saúde e prevenção de doenças crônicas no país. A iniciativa prevê investimento de R$ 340 milhões para ampliar políticas públicas voltadas à atividade física, alimentação adequada e saudável e fortalecimento da atenção primária à saúde.

A mobilização busca enfrentar o crescimento de doenças como diabetes, obesidade e hipertensão, incentivando hábitos mais saudáveis e ampliando o acesso da população a ações de prevenção e cuidado integral. Além disso, o evento reforçou o papel do Sistema Único de Saúde (SUS) na promoção da saúde preventiva e no desenvolvimento de políticas públicas voltadas à qualidade de vida da população.

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Guias orientam escolhas mais saudáveis no dia a dia

Além das ações nos territórios, o Ministério da Saúde também disponibiliza materiais de orientação para apoiar a população na adoção de hábitos mais saudáveis. Entre eles está o Guia Alimentar para a População Brasileira, referência nacional sobre alimentação adequada e saudável, com recomendações que valorizam alimentos in natura ou minimamente processados, a cultura alimentar brasileira e o preparo das refeições em casa.

Outra publicação é o Guia de Atividade Física para a População Brasileira, que reúne orientações para incentivar a população a se movimentar mais no dia a dia, de acordo com a idade, a rotina e as possibilidades de cada pessoa. O material reforça que a atividade física pode estar presente em diferentes momentos, como no deslocamento, no lazer, no trabalho, nos estudos e nas tarefas cotidianas.

Como participar da Academia da Saúde

Na rede do SUS, uma das principais estratégias de incentivo à prática de atividade física é o Programa Academia da Saúde. A iniciativa é gratuita e oferece polos com infraestrutura e profissionais qualificados para orientar práticas corporais, atividades físicas, ações de educação em saúde, rodas de conversa e atividades comunitárias.

As atividades podem incluir alongamento, dança, fortalecimento muscular, exercícios funcionais e outras práticas voltadas à promoção da saúde, ao cuidado coletivo e à melhoria da qualidade de vida.

Para participar, a população pode procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima ou conversar com o Agente Comunitário de Saúde da sua região para saber onde fica o polo da Academia da Saúde mais próximo e quais atividades estão disponíveis no município.

Raiane Azevedo
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Roraima inicia atendimentos de radioterapia com primeiro acelerador linear do SUS no estado

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Os pacientes oncológicos de Roraima passam a contar com o primeiro acelerador linear para tratamento de radioterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O equipamento poderá beneficiar até 739 mil habitantes dos 15 municípios do estado, com previsão de atender 500 pacientes por ano. Com a chegada da tecnologia na região, a rede pública de saúde garante a oferta do tratamento em todas as unidades da federação.

Instalado no Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista, o centro radioterápico recebeu investimento de R$ 17 milhões do Ministério da Saúde e permitirá que os pacientes realizem o tratamento mais perto de casa, sem precisar viajar para outros estados. Antes, era necessário percorrer milhares de quilômetros para ter acesso à radioterapia, com deslocamentos para outras localidades, como Amazonas e São Paulo.

A radioterapia é uma das principais formas de tratamento contra o câncer e utiliza radiação direcionada ao tumor para preservar os tecidos saudáveis ao redor. Só em 2025, o Brasil registrou mais de 190 mil procedimentos desse tipo. Para facilitar o acesso a esse tratamento, a Lei do Agora Tem Especialistas prevê prioridade na assistência de pessoas com câncer nos serviços especializados.

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“Hoje é um marco para Roraima. O paciente que precisar de cirurgia, quimioterapia e, agora, também de radioterapia vai poder contar com esse cuidado integrado dentro do próprio estado, perto de casa e da família. E isso faz toda a diferença, porque o tratamento do câncer não envolve só o paciente, mas também toda a família que acompanha esse processo”, destaca a diretora de Programa da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, do Ministério da Saúde.

Cenário Nacional

O serviço em funcionamento em Roraima integra os esforços do Ministério da Saúde para fortalecer a rede pública de radioterapia em todo o país. Entre 2023 e 2026, foram viabilizados 105 aceleradores lineares para hospitais de diferentes regiões do país, dos quais 55 já foram entregues. Entre os estados contemplados estão São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Ceará, Piauí, Maranhão, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Amapá. A previsão é chegar a 70 equipamentos entregues até o fim de 2026, fortalecendo a oferta de tratamento oncológico pelo SUS.

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Do diagnóstico ao tratamento

O SUS oferece assistência gratuita às pessoas com câncer, desde consultas, exames e biópsias para diagnóstico até o tratamento, a reabilitação e os cuidados paliativos. O cuidado pode incluir, além da radioterapia, cirurgias, quimioterapia, hormonioterapia, terapias-alvo, imunoterapia e transplante de medula óssea, além de internações, apoio multiprofissional e acompanhamento para aliviar sintomas e preservar a qualidade de vida.

Para reduzir o tempo de espera entre a suspeita da doença e o início do tratamento, o Ministério da Saúde investe em novas tecnologias e na organização da rede de atendimento. Uma das iniciativas é o Super Centro Brasil para Diagnóstico de Câncer, que utiliza patologia digital e telepatologia para agilizar a análise de amostras e a emissão de laudos. Em 2026, mais de 24 mil pacientes de todas as unidades da Federação foram beneficiados, com tempo médio de oito dias para emissão dos resultados, frente a cerca de 30 dias anteriormente.

Bruna Queiroz
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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