SAÚDE
Inscrições para fazer parte da Rede Nacional de Saneamento Indígena vão até sexta-feira (4)
SAÚDE
A Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estão atuando para formar a Rede Nacional de Saneamento Indígena, uma iniciativa que objetiva apoiar organizações e fortalecer a cooperação técnica para atuarem com saneamento nos territórios indígenas do país. Organizações e entidades que atuam ou desejam atuar com ações de saneamento ambiental nos territórios para fomentar a Rede devem se cadastrar até o dia 4 de abril.
Para se inscrever, acesse a página de cadastro. As inscrições são gratuitas
Essa é uma estratégia da Sesai e do Unicef para o fortalecimento do Programa Nacional de Saneamento Indígena (PNSI), que a secretaria está desenvolvendo e vai lançar em novembro, durante a COP 30, em Belém (PA).
De acordo com a engenheira ambiental e servidora do Departamento de Projetos e Determinantes Ambientais da Saúde Indígena (DEAMB) da Sesai, Camila Amui, o Programa Nacional de Saneamento é um passo extremamente importante para a saúde indígena, visando universalizar o saneamento ambiental nos territórios, o que contribui significativamente para melhores condições de saúde e qualidade de vida dos indígenas. Para fomentar o PNSI, a Rede deve catalogar e formar um banco de organizações qualificadas para apoiar o saneamento nos territórios.
“Com esse cadastro, que vai até 4 de abril, esperamos iniciar um banco de organizações para fomentar as ações do Programa Nacional de Saneamento Indígena”, conclui Camila.
Sílvia Alves
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Ministério da Saúde e Hcor oferecem curso gratuito sobre revisões rápidas para políticas públicas
O Ministério da Saúde e o Hcor oferecem o Curso de Desenvolvimento de Revisões Rápidas para Políticas, uma formação gratuita voltada ao uso de evidências científicas para apoiar a tomada de decisões em políticas de saúde. O curso é 100% on-line, autoinstrucional e tem carga horária de 40 horas.
A formação ensina, de forma prática, como reunir, avaliar e sintetizar rapidamente as evidências científicas disponíveis sobre um determinado problema ou questão de saúde. Os participantes percorrem as 11 etapas necessárias para desenvolver uma revisão rápida, incluindo a identificação do problema, formulação da pergunta de pesquisa, definição dos critérios de elegibilidade, busca e seleção de estudos, extração e avaliação dos dados, síntese dos resultados e elaboração do relatório final.
A metodologia de revisão rápida busca oferecer aos gestores e demais profissionais uma síntese das melhores evidências disponíveis em um prazo menor do que o exigido por uma revisão sistemática tradicional, contribuindo para decisões e políticas de saúde mais fundamentadas em evidências. A iniciativa faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), que desenvolve projetos demandados pelo Ministério da Saúde nas áreas de capacitação, pesquisa, avaliação e incorporação de tecnologias, gestão e assistência especializada, com o objetivo de apoiar e aprimorar o SUS.
Podem participar profissionais, pesquisadores, gestores e estudantes de graduação de qualquer área, inclusive pessoas que ainda não atuam no setor da saúde. As inscrições ficam abertas até 20 de novembro de 2026, e o curso deve ser concluído até 29 de dezembro de 2026.
Fonte: Ministério da Saúde



