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Ministério da Saúde seleciona 300 projetos para o programa Vivências no SUS

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Trezentos projetos que estimulam experiências formativas para estudantes, docentes, trabalhadores da saúde e representações da sociedade civil serão selecionados para o programa Vivências no SUS, a fim de promover a integração ensino-serviço-comunidade no sistema público de saúde. O edital, que irá selecionar os projetos, é fruto da parceria entre Ministério da Saúde, Associação da Rede Unida e Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e vai alcançar mais de 42 mil pessoas de todo o país. O lançamento da chamada pública foi feito hoje (15) no Dia do Professor, na Universidade de Brasília (UnB) – Campus Ceilândia.

A iniciativa tem o objetivo de aprimorar a formação de profissionais da saúde, alinhando às demandas do SUS, por meio da promoção de práticas colaborativas, do trabalho em equipe e da equidade nos serviços de saúde. O programa também busca consolidar modelos assistenciais inovadores e contribuir para o fortalecimento do SUS em todo o território nacional, além de aproximar os participantes da realidade do sistema de saúde. Dessa forma, promovendo uma atuação mais humanizada, crítica e comprometida com a melhoria contínua da saúde pública.

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De acordo com o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, o Vivências no SUS demonstra o compromisso do governo federal com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde. “O desenvolvimento do programa tem como foco principal despertar nos participantes — os chamados viventes — o engajamento em defesa de um sistema de saúde público, universal e equânime. Ao promover essa consciência crítica, buscamos formar sujeitos comprometidos com a transformação social e a consolidação da área da saúde”, pontuou.

O escopo do programa irá contemplar modalidades de participação: estudantes e residentes; docentes; trabalhadoras e trabalhadores da saúde, gestoras e gestores; além de representantes dos movimentos sociais. Essa diversidade enriquece o processo formativo e reforça o compromisso do Ministério da Saúde com uma sociedade mais justa e com um SUS cada vez mais forte.

Como funciona?

As vivências serão realizadas no formato de imersão, em que o grupo de participantes se reúne no local previamente definido e fica integralmente disponível às atividades teórico-práticas-reflexivo-vivenciais. Os cenários para essas vivências serão estabelecidos em edital e podem ser estabelecimentos de saúde na Atenção Primária, Atenção Especializada, Atenção Hospitalar, Gestão, Vigilância, Conselhos de Saúde, comunidades especificas dos territórios, entre outros.

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Victor Almeida
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Ministério da Saúde abre consultas públicas para atualizar tratamento da leishmaniose visceral no SUS

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O Ministério da Saúde abriu duas consultas públicas para discutir mudanças no cuidado às pessoas com leishmaniose visceral no Sistema Único de Saúde (SUS). As medidas buscam ampliar o acesso a tratamentos mais seguros e eficazes, especialmente para pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

As propostas também têm como objetivo melhorar a resposta terapêutica e aprimorar o cuidado oferecido pelo SUS. Profissionais de saúde, pesquisadores, gestores, usuários do sistema público e toda a sociedade podem participar das consultas e enviar contribuições sobre os temas em debate.

Nova associação terapêutica

Uma das medidas em discussão está na Consulta Pública nº 32, que avalia a incorporação da associação entre anfotericina B lipossomal e miltefosina para pessoas imunocomprometidas com leishmaniose visceral.

Atualmente, o SUS oferece a anfotericina B lipossomal para esse público. Estudos científicos recentes, porém, indicam que a combinação entre os medicamentos apresenta maior eficácia e pode melhorar a resposta ao tratamento, principalmente entre pessoas com maior risco de complicações.

Com base nessas análises, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) emitiu recomendação inicial favorável à adoção da associação terapêutica no SUS. As contribuições para a Consulta Pública nº 32 podem ser enviadas até o dia 11 de maio de 2026, por meio da plataforma Brasil Participativo.

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Ampliação do acesso

A Consulta Pública nº 33 discute a ampliação do uso das formulações lipídicas de anfotericina B no SUS. Hoje, a anfotericina B lipossomal está disponível apenas para grupos específicos, como gestantes, pessoas imunocomprometidas, crianças menores de um ano, pessoas com mais de 50 anos e casos graves da doença. Para os demais quadros, o tratamento é realizado, em geral, com antimoniato de meglumina.

No entanto, estudos científicos demonstram que as formulações lipídicas de anfotericina B apresentam melhores resultados terapêuticos e maior segurança quando comparadas ao antimoniato de meglumina. Diante disso, a Conitec também emitiu recomendação inicial favorável à ampliação do uso dessas formulações como principal alternativa terapêutica no SUS. As contribuições para a Consulta Pública nº 33 podem ser enviadas até o dia 25 de maio de 2026.

Os documentos disponíveis no portal da Conitec reúnem estudos e análises técnicas que embasam as propostas em discussão e ajudam a população a acompanhar as mudanças avaliadas para o tratamento da leishmaniose visceral no SUS. 

Contribua com a Consulta Pública nº 32/2026 sobre tratamento da leishmaniose visceral

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Participe da Consulta Pública nº 33/2026 sobre anfotericina B para leishmaniose visceral

João Moraes
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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