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No Rio, ministro da Saúde destaca redução do tempo de espera e inaugura serviço para pacientes renais

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Nesta quinta-feira (24), o Ministério da Saúde deu mais um passo para fortalecer o acesso à saúde no Rio de Janeiro. Durante visita ao Super Centro Carioca de Saúde (SCCS), em Benfica, o ministro Alexandre Padilha destacou a unidade como referência na redução do tempo para atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS) e participou da inauguração do serviço para tratamento renal.
 
Esse modelo do Super Centro Carioca, que reduz o tempo de espera para atendimento especializado, é o que o presidente Lula quer levar para todo o país. Já são quase 2 milhões de atendimentos realizados aqui”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O tempo de espera para diagnóstico oftalmológico na unidade foi reduzido de 172 para 71 dias nos últimos dois anos, e o tempo para a mamografia, de 153 para 44 dias entre 2018 e 2024, acelerando o diagnóstico do câncer de mama.
 
Mais 55 médicos para reforçar assistência no Rio
Durante a visita, o ministro recepcionou 55 novos profissionais do Programa Mais Médicos para fortalecer a Atenção Primária na capital fluminense. Esses profissionais serão distribuídos em 239 unidades de saúde, entre clínicas da família e centros municipais. Agora, serão 416 profissionais do programa atuando no município. A cobertura da Atenção Primária no Rio de Janeiro alcança, atualmente, 79,37%, com 1.365 equipes de Saúde da Família em operação.
 
O novo serviço de diálise peritoneal vai ampliar a capacidade de atendimento aos pacientes em terapia renal substitutiva, oferecendo uma alternativa à hemodiálise tradicional. O procedimento pode ser feito na própria casa do paciente, reduzindo riscos de infecção e evitando deslocamentos frequentes ao hospital. A ação tem impacto direto na qualidade de vida dos usuários do SUS e está inserida na estratégia de desospitalização e cuidado contínuo, com acompanhamento ambulatorial feito por médicos e enfermeiros especializados.
 
Ao todo, o Rio de Janeiro conta com 3,2 mil pacientes em terapia renal substitutiva (hemodiálise) pelo SUS. Inicialmente, o SCCS contará com 50 aparelhos para o serviço, o que representa um aumento de 50% nas vagas atualmente disponíveis na rede credenciada, onde há 96 pacientes em uso da técnica. Esta é a primeira unidade da rede própria da Secretaria Municipal da Saúde a dispor do serviço. No Super Centro, 36 pacientes já adotaram o aparelho e outros cinco estão em treinamento para iniciar o uso.
 
Sobre o Super Centro Carioca
Considerado o mais moderno complexo de saúde da América Latina, o SCCS integra a rede pública de saúde e já realizou mais de 2 milhões de atendimentos desde sua inauguração, em outubro de 2022, entre consultas, exames e procedimentos. De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, o investimento federal é de R$ 110 milhões anuais — o que representa 60% do custeio da unidade. O centro é referência em tecnologia e atendimento humanizado.
 
O Centro Carioca de Especialidades (CCE), que integra o Super Centro Carioca de Saúde (SCCS) juntamente com o Centro Carioca do Olho (CCO) e o Centro Carioca de Diagnóstico e Tratamento por Imagem (CCDTI), realiza, em conjunto com as 30 unidades avançadas do CCDTI, uma média de 2,5 mil atendimentos especializados por dia.
 
Edjalma Borges
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Ministério da Saúde amplia acordo nacional para destravar obras públicas e ativar unidades de saúde

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou nesta terça-feira (9) um Acordo de Cooperação Técnica para destravar obras públicas. A iniciativa vai promover atuação integrada para solucionar a paralisação de empreendimentos em saúde e educação por decisões judiciais e administrativas. O objetivo é transformar obras paradas em equipamentos públicos e ampliar o acesso da população a serviços essenciais. 

O acordo reúne o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Tribunal de Contas da União (TCU), o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), os ministérios da Saúde e da Educação, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). 

“O Brasil foi extremamente ousado ao construir o maior sistema público, universal e gratuito de saúde do mundo em um país com dimensões continentais, profundas desigualdades regionais e responsabilidades compartilhadas entre os três níveis de governo. Quando uma obra fica paralisada, não é apenas uma construção que deixa de ser concluída. É a ausência de um leito hospitalar, de uma unidade de saúde, de uma sala de vacinação ou de uma equipe mais próxima das pessoas. Retomar essas obras significa ampliar o acesso ao cuidado e fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) onde a população mais precisa”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

A parceria prevê o compartilhamento de informações, a integração de bases de dados, o desenvolvimento de estudos e a definição de estratégias conjuntas para ampliar a eficiência e a segurança jurídica dos processos relacionados às obras públicas. A governança das ações será coordenada pelo CNJ e contará com acompanhamento contínuo das instituições participantes. 

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No âmbito do acordo, o Ministério da Saúde contribuirá com dados e informações sobre obras financiadas pela pasta, apoiando a identificação, a priorização e o monitoramento dos empreendimentos paralisados. A participação do ministério também inclui a construção de soluções para viabilizar a retomada das obras e ampliar o acesso da população aos serviços do SUS. 

Mais de 970 obras da saúde já foram regularizadas 

A adesão ao ACT reforça ações já desenvolvidas pelo Ministério da Saúde por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Saúde, instituído em 2024 para regularizar, concluir e colocar em funcionamento estruturas assistenciais financiadas com recursos federais. 

Até aqui, foram identificadas 5.652 obras elegíveis em todo o país. Dessas, 974 já foram reativadas ou repactuadas, o que permitiu ampliar a capacidade de atendimento da rede pública de saúde. Para apoiar essas ações, o Ministério da Saúde repassou mais de R$ 20,3 milhões no âmbito do pacto. Atualmente, centenas de empreendimentos seguem em diferentes etapas de regularização, monitoramento e retomada. 

Entre as obras contempladas estão Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Academias da Saúde, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Centrais de Rede de Frio e Centros Especializados em Reabilitação, estruturas essenciais para fortalecer a assistência à população nos municípios brasileiros. 

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Nova repasse de R$ 24,6 milhões vai beneficiar 189 empreendimentos 

Como parte da estratégia de retomada, o Ministério da Saúde fará, em 12 de junho, o repasse de R$ 24,6 milhões para 189 obras distribuídas em todo o país. A iniciativa integra o conjunto de ações do Governo do Brasil para ampliar a infraestrutura do SUS, reduzir o número de obras paralisadas e garantir que equipamentos de saúde financiados com recursos públicos sejam efetivamente entregues à população. A medida também busca descentralizar o acesso aos serviços de saúde, com a implantação de novas estruturas em regiões historicamente desassistidas. 

O esforço se soma aos investimentos do Novo PAC Saúde, que já destinou R$ 34,7 bilhões para obras, equipamentos e veículos em todo o país. Entre as ações previstas estão a construção de 2.605 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), 336 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), 100 policlínicas, além da entrega de 4.643 ambulâncias do SAMU 192 e 922 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs). 

Rafaelle Pereira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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