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Centelha 3 chega ao DF e vai investir R$ 7,1 milhões em ideias inovadoras

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A terceira edição do programa Centelha vai investir R$ 7,1 milhões em ideias inovadoras no Distrito Federal (DF). As inscrições estão abertas até 15 de dezembro no site da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), executora da iniciativa no DF. Serão selecionados até 47 projetos para receberem fomento de R$ 100 mil e mais R$ 50 mil do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio de bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Do total investido, R$ 3,2 milhões são do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep); R$ 2,1 milhões vêm do CNPq; e R$ 1,8 milhão são a contrapartida da FAP-DF. 

O edital foi lançado em 29 de outubro, em Brasília (DF), com a presença de representantes do ministério, da FAP-DF e outros parceiros da iniciativa. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec) do MCTI, Daniel Almeida Filho, o programa tem o compromisso de gerar desenvolvimento por meio do apoio aos empreendedores.

 “O Programa Centelha é um exemplo concreto de como a política pública pode transformar ideias em negócios inovadores. Em sua terceira edição nacional, e segunda no Distrito Federal, o Centelha reafirma o compromisso do MCTI em apoiar empreendedores e fortalecer os ecossistemas locais de inovação, gerando emprego, renda e desenvolvimento sustentável em todo o País”, disse.

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O presidente da FAP-DF, Leonardo Reisman, afirma que a parceria com o MCTI representa um elo estratégico para o fortalecimento do ecossistema de inovação no DF e no Brasil. Ele complementa que o programa é uma adição a outras iniciativas da entidade, que já promove programas como o Start BSB e o Tecnova.

“O Centelha é um dos pilares do nosso ecossistema de inovação, do qual surgem muitas histórias empreendedoras. Um dos nossos objetivos é contar esses exemplos que incentivam o desenvolvimento local. Essa parceria com o MCTI é, portanto, fundamental para estimular a criação de startups, fortalecer o desenvolvimento regional e transformar conhecimento em soluções reais para a sociedade”, afirmou.

Quem pode participar

Podem participar da seleção pessoas físicas residentes no DF, maiores de 18 anos, que apresentem uma ideia inovadora e empresas constituídas até 29 de outubro de 2024 (12 meses antes do lançamento do edital) com sede no DF classificadas como microempresa ou empresa de pequeno porte. Não podem participar microempreendedores individuais (MEIs) nem empresários individuais. Cada proposta pode ter uma equipe com limite de cinco integrantes. Também não é permitida a participação de quem já foi contratado nas edições anteriores do Centelha. 

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Como funciona

O processo de seleção tem duas fases: na primeira, é apresentada a proposta inicial com descrição do problema, da solução e da oportunidade de mercado. Na etapa seguinte, os aprovados detalham a iniciativa, com planejamento técnico, comercial e financeiro, além de um vídeo pitch obrigatório. Durante as duas fases, os participantes terão capacitações gratuitas (on-line ou presenciais) para aprimorar seus projetos. Os projetos selecionados terão 12 meses para execução, contados a partir da assinatura do termo de outorga.

Acesse o edital com todas as informações.

Centelha

O Programa Centelha é uma iniciativa de empreendedorismo inovador que oferece recursos financeiros, capacitação e suporte para transformar ideias inovadoras em negócios. Nas duas edições anteriores, mais de 26 mil ideias foram submetidas e mais de 1,6 mil startups, apoiadas.
Promovido pelo MCTI, pela Finep e pelo CNPq, em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação Certi, o programa tem execução descentralizada, realizada na maioria das unidades federativas pelas Fundações de Amparo à Pesquisa estaduais. Na sua terceira edição lançada em 2025, o Centelha chega a todos os 26 estados e ao Distrito Federal com a expectativa de apoiar mais de 1,1 mil projetos. 

Saiba mais em : https://programacentelha.com.br/ 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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MCTI e MTE lançam edital de R$ 100 milhões para inovação em economia solidária em todo País

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lançaram, nesta sexta-feira (3), edital que destina R$ 100 milhões para projetos de inovação tecnológica para a economia solidária. Os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operacionalizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), serão destinados a incubadoras tecnológicas de cooperativas populares (ITCPs) vinculadas a universidades e institutos federais, no âmbito do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc). 

O edital prevê o financiamento de projetos com valores de R$ 1,5 milhão a R$ 3 milhões e duração de até dois anos. As propostas deverão contemplar ações de desenvolvimento e difusão de tecnologias sociais para apoiar empreendimentos econômicos solidários, incluindo atividades de assessoria técnica, formação e extensão universitária de desenvolvimento territorial. 

Os projetos selecionados serão executados por agências de inovação e incubadoras tecnológicas vinculadas a instituições de ensino superior e à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. 

Proninc reúne iniciativas de apoio às incubadoras tecnológicas de cooperativas populares, promovendo a integração entre instituições de ensino e pesquisa e empreendimentos da economia solidária. O programa contempla ações de desenvolvimento de tecnologias sociais e fortalecimento da capacidade técnica desses empreendimentos.  

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A secretária de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (Sedes) do MCTI, Germana Pires Coriolano, ressaltou que o edital simboliza a retomada de políticas públicas voltadas à economia solidária e ao desenvolvimento inclusivo. “A ciência acontece quando a universidade trabalha ao lado de uma cooperativa para melhorar a produção, quando uma tecnologia social ajuda uma comunidade a gerar mais renda ou quando o conhecimento acadêmico encontra soluções para desafios concretos vividos pelas pessoas. É exatamente essa ciência, comprometida com o desenvolvimento dos territórios, que nós estamos fortalecendo hoje”, afirmou.  

Durante a cerimônia, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que a economia solidária deve ser compreendida como estratégia permanente de desenvolvimento. “A retomada do programa priorizou a reconstrução da economia solidária enquanto estratégia de inclusão produtiva, sendo a inovação tecnológica uma ferramenta frente aos problemas reais de logística e infraestrutura dos trabalhadores pobres. E, ao mesmo tempo, integrando o conhecimento sistematizado das universidades com o conhecimento popular dos territórios, o MTE e o MCTI estão colocando a ciência e a tecnologia a serviço da inclusão produtiva”, frisou. 

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O edital na Bahia aloca R$ 100 milhões para incubadoras populares do Estado via Universidade Federal da Bahia (UFBA) em tecnologias de inovação.  Desde 2013, o MCTI retomou as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social e ampliou os investimentos em ciência e tecnologia. Somente na Bahia, mais de R$ 1,3 bilhão foi investido de 2023 a 2025 para fortalecer pesquisa, inovação formação de recursos humanos e infraestrutura científica.  

Segundo a gerente do Departamento Regional Centro-Oeste da Finep, Julieta Palmeira, a financiadora fortalece a capacidade das universidades e institutos federais de transformar conhecimento científico em soluções voltadas às demandas da população, promovendo inclusão produtiva, desenvolvimento territorial e melhoria da qualidade de vida. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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